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sexta-feira, 18 de julho de 2008

THE BRAGANZA MOTHERS



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



A PARTIR DE HOJE ESTAMOS AQUI



sábado, 28 de junho de 2008

O Programa do Ratinho

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

terça-feira, 3 de junho de 2008

Orchestral Manoeuvres in the Dark

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Voltamos hoje ao tema da Censura e da Visibilidade. Portugal não é, nunca foi, dificilmente será, alguma vez, um país de transparências. Como citei, no acto abrupto de encerramento do primeiro "The Braganza Mothers" (convém que releiam e revejam os estilos dos comentários), pois, brevemente, voltarei a eles, num texto que se intitulará "Os Quatro Temperamentos"), já, no séc. XVIII, o Abade Correia da Serra, emérito pensador e cientista desta terra de iliteratos das coisas exactas, dizia que "Dentro de cada português, mas dos puros, vibra a alma d'um familiar do Santo Ofício. A Nação não presta", e todos nós, pelo menos os que ainda pensamos sabemos que não presta mesmo.
Blogosfericamente, temos sido um espaço de livre criação e pensamento, coisa que é fatal num país de gente que não presta. O "Arrebenta" -- e agora falo eu, enquanto ortónimo -- é uma personagem com o seu carácter, força e fragilidades típicas de qualquer criação literária. Sobrevive, por mim, enquanto puro exercício de estilo; pelos outros, porque sei que muita gente sente, através do seu modo muito característico de expressão, uma forma de alegria. Desde a reabertura do Segundo "Braganza" que vos preveni para poder, eventualmente, ser uma figura a... prazo.
Vivemos um dos períodos mais pardos da nossa História. Não sei como vamos sair dele, nem se sairemos a bem. De dia para dia, me chegam rumores e relatos de que não sairemos a bem... Brincámos um pouco a tourear governos, mas as coisas agravaram-se de tal modo que tourear governos pode levar ao colapsar do Regime. Creio que, nisso, todos nós temos a velha posição churchilliana de que a Democracia é o pior dos Regimes... depois de excluídos todos os outros, e isso contaminou-me o humor. Não me apetece gracejar num tempo assim, porque, sinceramente, não me apetecem totalitarismos, nem contribuir para o seu florescimento.
"The Braganza Mothers" não é um ninho de revoluções, mas antes um espaço de intervenção cívica. Isso, num país de censores e de lixo humano, gera corpos e anticorpos, e não é por acaso que o nosso "deficit" de intervenção, ao nível da Cidadania, nos atirou para a Cauda da Europa, pelas mãos de figuras menoríssimas, como Durão Barroso, Cavaco Silva, ou José Sócrates, entre aqueles de que me lembro agora, pela sua actualidade, mais os respectivos "abades", que os cercam, e cada vez mais cercarão.
Temos inimigos com poder e relações, que realmente não prestam, e que se dão ao luxo de nos insultar, como poderão rever AQUI. Não é isso que nos preocupa. É justamente para, e contra esses, que a nossa actividade tem sido profícua. Somos o país dos monopólios, dos cartéis, dos conluios e dos "polvos", a terra fria da Justiça selectiva, onde nada que é mercado funciona, mas apenas o poderoso imperar estrangulador de gente censória e medíocre, que nem os piores sonhos de Marx ou da Santa Inquisição poderiam deixar prever. Morrem (?) algumas coisas, como o "Vaga Liberdade", e erguem-se outras, como a "Nova Águia", e talvez tenhamos de reflectir sobre o que se está a passar por lá...
Somos, na nossa estranha maneira, uma Odisseia, recheada de peripécias, actos gloriosos e tempos de nuvens. Hoje, mais uma vez, uma mão cobarde lançou outro dos seus traços patéticos, transformando -- podem clicar na imagem, para confirmar -- o projecto www.twingly.com , de interacção Jornais/Blogues, num espaço de censura.
É verdade: lá está, à direita, um botãozinho "RELATAR", onde, em hipótese, as mesmas mãozinhas que "relataram" "As Vicentinas de Braganza" como espaço de conteúdos reprováveis, bloqueiam agora, ou tentam bloquear, a interactividade entre os espaços jornalísticos e blogosféricos.
Em termos práticos, é... irrelevante. Sei quem nos lê, e não é por vir por blogues... relatados, ou referenciados, que virá menos ler-nos. O problema está no acto, em si, que revela a porcaria do costume, e aquele velho modo português de estar, como referiu -- contaram-me -- o Pulido Valente, que execro, enquanto carácter, mas considero de notável escrita, ao dizer que "o Português não gosta de Liberdade, mas de Igualdade", e Igualdade deve entender-se aqui como um total nivelamento por baixo. É, nisso, um povo notável, que conseguiu cumprir o seu objectivo: criar um ajuntamento de medíocres que enformaram, e enformarão, a Cauda da Europa.
Ficámo-nos pelos inimigos hipotéticos. O clima entre colaboradores deste espaço não tem sido, pelo que tenho observado, dos melhores. A agressão interna tenderá para a desagregação do espaço, e para o esfregar de mãos de contentamento de todos os que nos detestam, e, embora menos do que aqueles que nos cultuam, são muito menos, mas infinitamente mais poderosos.
Passadas as hipóteses, regressamos aos velhos espectros. Desde o primeiro "The Braganza Mothers", há sarro que não sai com produto de limpeza nenhum. Anda por todo o lado, e as caixas de comentários são, enfim, um nicho natural, como os ácaros e os colchões. Não vou voltar a ele, porque -- e volta a falar o ortónimo -- vi-o uma vez, e era igual a milhões de almas sem rumo, tirando os tiques dos olhos, que não percebi, na altura, serem sinal de desequilíbrio mental. Paciência. Não me parece que por causa de uma tarde se tenha de penar o resto da vida... Aparentemente, é alguém que coexiste muito mal com os seus actos e a sua consciência. Tenho de confidenciar que há pessoas, colaboradoras deste espaço, que me começaram a pressionar para tomar medidas mais drásticas. Não faz parte do meu carácter, mas não sei até onde irá a paciência. Investigaram por mim, e descobriram coisas extraordinárias, que deixam revelar o pior: apagou, ou tentou apagar, tudo o que era rasto virtual, o que é difícil -- deve dar muito trabalho -- e revela um interior... execrável. Que poderá pensar cada um dos nossos leitores de alguém que se tentou irradicar de usuário da "Wikipédia", que alterou os seus contactos de telemóvel, que apaga o seu próprio blogue e muda de próprio telefone fixo (!), e mais tudo aquilo que não sabemos e de que nem sequer desconfiamos... Não, não é brincadeira: são dados fornecidos por quem connosco trabalha e colabora, muitas das vezes, invisivel e gratuitamente, como sempre.
Sinceramente, não me apetece dar mais pistas: têm todos os motores de busca para procurar os rastos e referências suficientes.
Perguntar-me-ão, depois de todo este texto, qual o sentido da minha intervenção. É muito simples: cansa passar o tempo com esta porcaria atrás. Criar textos do "Arrebenta", por mais corridos e naturais que possam parecer, consomem energias e requerem uma minúcia artística muito peculiar. Sendo este um espaço colectivo, serve este meio para que, entre criadores, leitores e comentadores, se tente encontrar uma ou várias saídas para acabar, de vez, com este flagelo. Trata-se pois, de a abertura de um espaço de reflexão, para encontrar uma saída COLECTIVA para mais um impasse. Meus caros, o destino deste espaço, está, a partir desta hora, nas vossas próprias mãos.
Agradeço-vos antecipadamente.
Muito boa noite.

domingo, 1 de junho de 2008

Amor é estar em Cancun e vir ver se "The Braganza Mothers" estão operacionais, sim, estamos: kisses


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segunda-feira, 26 de maio de 2008

O nosso jantar...


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Eu sugeri um jantar entre os colaboradores do Braganza Mothers. Será o acontecimento do ano! Penso que todos já deliram com este jantar...

Parece que continua tudo muito parado, por isso dou as seguintes datas:

6.ª feira - 6 de Junho;

Sábado - 7 de Junho;

2.ª feira - 9 de Junho (véspera de feriado);

5.ª feira - 12 de Junho (véspera de feriado);

6.ª feira - 13 de Junho;

Sábado - 14 de Junho;

etc...

domingo, 25 de maio de 2008

The Braganza Mothers

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"The Braganza Mothers" na celebração do seu primeiro mês de mudança de casa


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terça-feira, 6 de maio de 2008

O Dubai procura a Maddie nos "The Braganza Mothers", que também já invadiram o Extremo-Oriente




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quinta-feira, 1 de maio de 2008

Macao já sabe que estamos de novo no ar: The Braganza Mothers em mandarim


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terça-feira, 29 de abril de 2008

Já começam os visitantes do "No Men's Land", na terra dos homens sem rosto...


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segunda-feira, 28 de abril de 2008

Atmosfera futura


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"Porás alguma coisa nos Blogues, e ela imediatamente se tornará real. Se o Mundo, exterior à Blogosfera, contrariar os Blogues, toda a gente começará a tentar mudar o Mundo, de modo a que ele se assemelhe ao que leu nos Blogues."
Arrebenta (2007)

Aqui vamos, no terceiro dia de "The Braganza Mothers"


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Aparentemente sem sobressaltos, e com os contadores em flecha, parece que a Blogosfera ansiava pelo nosso retorno. Cá estamos, e prometemos não defraudar as expectativas: lançar um blogue num fim de semana prolongado foi um desafio arriscado, mas os contadores indicam o contrário: já tivémos, em três dias, mais visitas do que muita boa gente em um ano inteiro.

A equipa de colaboradores, assim com os direitos de administração ainda não estão em ordem, mas Roma e Pavia não se fizeram num só dia. Para além dos nossos reais colaboradores, continuaremos a manter "personagens" especializadas em áreas específicas: Katia Rebarbado d'Abreu, a nossa jornalista e puta, continuará a assegurar as entrevistas e o relato dos tráficos ... exóticos; a Senhora da Burka continuará como nossa especialista para o Islão e afins, Lola Chupa garantirá o seu consultório, e Ajoelhado e Submisso representará a situação do Português típico, conhecido pelo carrega-mais, ou o homem-do-fardo, velho desde Gil Vicente e Cervantes, assim com como Biatraz Batida tratará dos temas específicos da não-procriação assistida, conhecida por "Lesbianismo". Brevemente, criaremos mais personagens de teatro de revista, para completar o plantel, embora ainda não se tenha decidido qual o rumo temático mais interessante a assumir por este blogue, que continuará a ser generalista, humorístico e cultivador da sátira, com cariz eminentemente cultural.

Obrigado, portanto, aos "viciados" da nossa actuação, e aos comentadores, cuja acção é impagável, e uma especial palavra de apreço para os inimigos, cada vez mais isolados e patéticos.

The Island of Man, visita, ao 3ª Dia, "The Braganza Mothers"


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sábado, 26 de abril de 2008

Renascer

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Fica sempre uma sensação estranha: em 3 anos, já sigo no meu quarto blogue. "The Great Portuguese Disaster" desapareceu, no dia da eleição de Cavaco Silva: era um blogue finito, e eleitoral, e esgotou-se no acto da votação. Seguiu-se o primeiro "The Braganzzzzza Mothers", que representou uma real rotura com uma certa pasmaceira blogosférica, e acabou num acto de horríveis sequelas, que jamais descobriremos, na sua inteira polifonia.
"As Vicentinas de Braganza" foram o resultado de um momento de desânimo, e já era minha intenção, no 1º aniversário da sua fundação, que a equipa voltasse a vestir a camisola que a celebrizou. A vida dá estranhas voltas, e, por vezes, os que, por nós, só conseguem nutrir negatividade acabam por nos favorecer, pelo que reabrimos, dia 25 de Abril, em parto prematuro, as oportuno.
Não é mau, é só uma sensação estranha: eu, abaixo assinado "Arrebenta", não passo de uma mera ficção literária e blogosférica. Várias vezes, pela noite dentro, e pelo mar afora, me questionei sobre quando se cumprirá a minha missão. Aparentemente, criei uma figura com uma aura mítica. A fama é-me indiferente, já que sou tímido, discreto e odeio o estrelato, mas compreendo o carácter de catarse que possa assumir a Escrita, e a Escrita é o começo da História, ou seja, da Tradição que se comunica por signos. Não sei quando terminará "The Braganza Mothers", nem qual o destino do... "Arrebenta".
Há três meses, ao inaugurar-se o ano que antecede as Eleições, pensei que o nosso horizonte de legitimidade fossem as próximas Legislativas: com uma vitória, altamente provável, de Sócrates e de todo o Sistema sinistro que representa, objectivamente teremos de admitir que falhámos, e reflectir, em conjunto, se valerá a pena continuar.
Talvez, nesse dia, por curioso que pareça, o "Arrebenta" se reforme, o mesmo "Arrebenta" que já fez a vida negra ao Governo do "Cherne", que picou as picardias de Guterres, que alterou, de vez, o clima amorfo que se vivia nas caixas de comentários do "Expresso on-line", o "Arrebenta", que não largou as canelas da fraude incarnada por Sócrates, e por aí fora. Convidaram-me para mais blogues, e aceitei, e só não aceitei para mais, porque não sou do género... honorífico. Por outro lado, não sei se terei tempo, nem paciência, para uma Segunda Maioria, ou uma palhaçada em forma de P.S.D., que se lhe suceda. Será um assunto para pebliscitar e eu aceitarei o resultado do oportuno Plebiscito.
Gostaria de ter contribuído para um Portugal melhor, aquele Portugal onde a Revolução dos Cravos não conseguiu penetrar na Máquina da Justiça, nem impedir que os muitos informadores da P.I.D.E. continuassem a ser informadores dos novos sistemas de denúncia e cobardia implantados. Aparentemente, falhado em tudo, sei que me tornei an companhia das noites de muito boas pessoas, que, atenta, e reverentemente, sentem melhoradas as suas vidas no humor, no acintoso e no certeiro do que escrevo.
É o meu único salário, e agradeço-lhes, sinceramente.
Hoje, parece, Cavaco estava muito indignado com a ignorância dos jovens sobre o 25 de Abril. Eu fico mais indignado com a ignorância dos jovens sobre Cavaco, mas cada um na sua: Democracia é mesmo isso.
Talvez tenha sido um sinal, mas as sombras que aí vêem pouco se compadecem com esse tipo de sinais.
A luta continua, mas não sei quanto mais tempo durará o cenário dessa luta.
De qualquer modo, obrigado pela atenção.
( Edição tripé, no "A Sinistra Ministra", o "KLANDESTINO" e "The Braganza Mothers" )

Acabámos de receber um prémio do "Democracia em Portugal": nada mau, para um primeiro dia...


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