By KAOS
Tenho andado com tempo escasso para coisas blogosféricas. Nada de novo por estas bandas, excepto alguns pequenos sobressaltos para consumo interno, ao contrário do País, que caminha, a passos largos, para o Abismo. Os pescadores ameaçam parar. A Maddie vai continuar odor de cadáver. O Futebol e aquela porcaria do "Rock-in-Rio" às portas, enfim, sai disto tudo ligeiramente ilibado Sócrates, que deve ter agora percebido que a assinatura do Tratado de Bilderberg, na maior Aldeia do Tejo, não passou de um mero pretexto das Forças da Sombra para, em lhe afagando a Vaidade, igualmente lhe chamarem ESTÚPIDO, com todas as letras. O Tratado não foi mais do que um aconchego do Ego de dois dos maiores cretinos que Portugal já teve como Primeiros-Ministros: a "louca" de Vilar de Maçada, e o "Cherne", da Cova da Piedade, porque a Verdade estava apenas à espera disso, para vir por aí fora, e veio.
Sócrates só é desculpável por não ser o único, como na canção do outro: Portugal conseguiu reunir um plantel de medíocres como já não havia memória, e há uma coisa que me irrita sobremaneira, que são os jornalistas a falarem, diariamente, do "Presidente da República" para aqui, do "Presidente da República", para ali. Hoje, era a pretexto dos Reis da Noruega, que também estão em lindo estado: o Harald, com um olho em cima e outro em baixo, tipo Medeiros Ferreira -- deve ter tido trombose da grossa... -- mais uma gaja tão mal vestida que conseguiu bater a Betty de Windsor, tradicional primeiro prémio em roupas obsoletas...
Portanto, voltando à vaca fria, acho que está justamente na altura de começarem a tratar os bois pelos nomes: se o Portas era o "Paneleiro" e o Guterres o "Picareta Falante", acabem lá com essa treta do "Presidente da República" e comecem a tratá-lo pelo verdadeiro nível que tem..., o "Aníbal", por exemplo, mas "Aníbal" dito com acento depreciativo, como outrora se dizia "O Cabeça de Abóbora", do Américo Thomaz, ou o "Bochechas", do Soares-Pai, porque essa insistência no "Presidente da República" é mais um logro de uma época dos Últimos Saldos: não há Presidente da República nenhum: há um saloio, que há 20 anos atrás atirou com Portugal para o estado em que está, e que agora, tão-só, está pré-cheché, portanto, brevemente, para além das IDEIAS-ZERO, que partilha com Sócrates, voltará aos seus perdigotos, que a Glória de Matos tanto trabalho teve em lhe ensinar a "engolir-para-dentro" e a não "cuspir-para-fora"!...
Na realidade, mal o Espantalho de Belém abre a boca, eu já não ouço nada, só estou à espera dos esgares e dos tais perdigotos.
Hoje, saiu-se com uma genial: "A gasolina a aumentar era o Mercado a funcionar...", sim, claro, é pena que não pense que a Feira do Relógio também é o Mercado a funcionar, e mande imediatamente a A.S.A.E. para lá, por interposto espantalho -- Sócrates --, quando também a podia enviar, para ver como "funcionava" o Mercado do Petróleo... tá quieto, ó meu!..., como dizia o meu tio, na fase de ser pró-Salazarista modernaço.
Ainda descendo mais o tom, vou-vos igualmente recordar uma coisa que decerto já esqueceram: o Sr. Aníbal, a quem os Órgãos de Comunicação Social, pomposamente insistem em denominar "Presidente da República", o Sr. Aníbal, num deplorável estado de desequilíbrio neurológico -- reveja AQUI -- é, desde a morte do saloio do pai, um dos accionistas da célebre bomba de gasolina de Boliqueime (...às tantas, já a venderam, mas isso, para o meu metralhar de hoje, é totalmente irrelevante, porque decidi que o Aníbal tem lá quotas, e bem me podem tentar convencer do contrário que eu fico na minha, tá bem?...). Ora, sendo accionista da Bomba de Boliqueime, é natural que, para lá das suas reformas acumuladas, também esteja a beneficiar, directamente, do funcionamento do Mercado, e do imparável especular dos preços dos combustíveis.
Deixem-no, pois, funcionar, aliás, neste país, deixem tudo, tudo, tudo funcionar... Pode ser que, com a especulação, a Maria compre umas chitas novas, e consiga arranjar um chapéu tão ridículo como o da Norueguesa...










