domingo, 25 de maio de 2008

Dedicado ao meu homónimo

Deve ter sido por dedicatórias destas que o meu homónimo acha que eu produzo lixo. De facto, meu caro Paulo Pedroso, todos nós produzimos lixo. Mas devia saber que nem todos somos lixo.

Deixo-lhe esta pequena dedicatória, pedindo-lhe, desde já, as minhas humildes desculpas por ser uma interpretação dirigida por um "populista de Direita" que, ainda por cima, integrou as hostes nazis. Mas isso, como bem sabe por experiência do seu próprio Partido, não o deve incomodar, já que muitos salazaristas destacados foram parar ao PS.

Dedico-lhe o Dies Irae do Requiem de Verdi e espero que goste. Mas não fique aterrado com esta dedicatória (isto não é nenhum "aterro" sanitário para ficar aterrado)!

Não se preocupe, homem! Não há aqui nenhuma mensagem cifrada! Eu sou ateu e como ateu que sou não acredito na ira divina. Mas, às vezes, chego a pensar que ainda acredito menos na Justiça Terrena. E, lamentavelmente, não nos faltam exemplos para destruir a pouca credibilidade da Justiça Humana.

2 comentários:

Madame Mao disse...

Faz favor de clicar com o rato direito que tem lá um código cifrado: a chave é...

Lola Chupa y Mete disse...

Já que não percebeu, cumpra as minhas intruções... isso, agarre no rato, com a sua mão direita, e agoora... isso, dobre o ombro lesionado toda para trás, como quem vai fazer lançamento do peso... isso -- escusa é de uivar tanto, não se esqueça de que há um nível mínimo de decência a manter com os vizinhos... -- e clique no botão direito do rato, até o esborachar: ese "craque" de plástico que ouviou era a mensagem subliminar: o "Titanic", quando passou pelo icebergue, também fez esse ruído, e toda a gente pensou que fosse o baixo contínuo das sonatas de Bach... Olha, não era... :-)