quinta-feira, 29 de maio de 2008

as guerras do petróleo que estamos a pagar caro!!!

5 comentários:

Joana Dalila Santos disse...

E é algo que já toda a gente sabia!

Paulo Pedroso disse...

A E-Ko continua a debitar os seus discursos ignorantes sem perceber nada de nada.

OS EUA há já muito tempo que perderam a sua independência energética. Desde então, as importações de petróleo, por parte dos EUA, não têm parado de aumentar astronomicamente, ainda para mais quando esse país é responsável por cerca de 1/4 do consumo mundial de petróleo.

Por isso, uma vez mais, só por ignorância atroz você, e muitos outros, se permitem esses discursos balofos, carregados de antiamericanismo primário e de leituras ideológicas que nada têm a ver com a realidade.

Veja lá que os EUA devem adorar ter de pagar o petróleo a preços muito mais elevados do que em 2001. Aquilo que nos está a dizer é que os EUA estavam sossegados em 2001 a importar doses massivas de petróleo aos países produtores e, não contentes por pagarem 15 ou 20 dólares o barril, decidiram despoletar uma guerra e começar a especular internacionalmente com o preço desse bem para terem de o pagar a 130 dólares. Os EUA, uma vez mais, são masoquistas. Adoram pagar um bem essencial ao funcionamento da Economia, um bem imprescindível à vitalidade, ao dinamismo e ao crescimento económico, 10 vezes acima do preço de há 10 anos atrás. Eles adoram arrefecer a Economia, diminuir o crescimento, provocar falências, aumentar o desemprego, diminuir o nível de vida e os rendimentos dos seus cidadãos, reduzir o consumo, aumentar a inflação, etc......

Se a E-Ko aprendesse algumas noções básicas de Economia, depressa deixava de escrever estas barbaridades.

Por outro lado, e tal como já disse anteriormente, o aumento estrutural dos preços dos combustíveis deve-se, para além de pressões especulativas, essencialmente ao diferencial entre a Procura e a Oferta e também à insegurança e à instabilidade no Mundo.

Ora, eu creio que são as pessoas da sua Esquerda que passam a vida a atacar os EUA por enfrentarem o hiperterrorismo de origem fundamentalista islâmica. Não aconteceu nada no dia 11/09/2001, para muitos europeus antiamericanos primários. São muitos desses antiamericanos primários que acham que os EUA foram os agressores no Afeganistão e que são os EUA quem continua a ser responsável pela instabilidade no Iraque.

Não, os terroristas islâmicos não têm praticado o terror e o horror em tudo quanto é sítio. Não têm atacado oleodutos, nem refinarias, nem têm aterrorizado os técnicos estrangeiros que tentam manter a produção de petróleo naqueles países. Não, os santos são os Bin Ladens deste mundo e os mauzinhos são os EUA.

Nunca a fibra dos Europeus esteve tão dobrada como nos tempos que correm. Ainda para mais quando se esquecem que são os países europeus que estão, em muitas matérias, na origem dos problemas que hoje temos de enfrentar. Mas, pelos menos, sabem falar de cátedra!

E sim, cada vez mais lhe dou razão! Sou eu que tenho discursos de "tanga".

e-ko disse...

a cândida sabedoria do Paulo não me interessa!

só não vê quem não quer! e não há pior cego do que aquele que não quer ver!

quink644 disse...

E-ko, seja um pouco mais tolerante, o rapaz não deixa de ter uma certa razão... O Arrebenta está a dormir? Estão a atacar-me como cães naquele novo site da àguia que eu publicitei... Serão justas as acusações que me fazem?

Paulo Pedroso disse...

Sabe E-KO, eu estou muito longe de perceber a sério a Economia.

Mas sei que essas coisas que escreve são uns disparates tremendos. Disparates que só são repetidos por quem não percebe patavina de Economia ou por aqueles cujos discursos se inscrevem no grupo dos antiamericanos primários, para quem todos os males se devem aos EUA e todos os problemas têm ali a sua origem.

Os seus discursos são muito lindos. Mas não passam de discursos. Não prova nada. Não fundamenta nada. Não expõe nada.

Certamente que, se as suas palavras correspondem à verdade, não deve ser difícil de o provar recorrendo aos instrumentos analíticos da Economia.

Basta cruzar a evolução de algumas variáveis, comparar e analisar tendências, explicar por A mais B que os resultados de X e de Y foram K e N... Enfim, é assim tão difícil provar o que diz?

Prove, recorrendo à lógica e não ao mero discurso circunstancial e balofo, que os EUA estavam interessados em pagar milhões e milhões de barris de petróleo a 125 dólares e não a 25.

Enfim, essa teoria seria aceitável se os EUA tivessem um saldo positivo na sua Balança Comercial energética, nomeadamente na petrolífera. Mas não, eles têm um elevado déficit no sector petrolífero. São obrigados a comprar aos países produtores muito mais do que conseguem produzir internamente. Por isso, só se forem masoquistas é que eles estariam interessados em quintuplicar os seus custos energéticos.

Vá lá, esqueça a minha cândida sabedoria e dê-nos a provar um pouco da sua esclarecida sabedoria!

Se não for pedir demasiado!