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domingo, 6 de julho de 2008

A Fotonovela da Controleira (Final) - Onde ela se casa com um velho rico, mas morre amarrada à cama, num incêndio na Av. da Liberdade...

(NOTA IMPORTANTE: TODAS A IMAGENS TÊM MENSAGENS SUBLIMINARES DEDICADAS À CONTROLEIRA: CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO RATO, PARA AS LER...)
... Tínhamos então ficado naquela parte em que, depois de ter papado a missinha da manhã, e vir a arrotar a hóstia, depois de ter jurado ao confessor ser pura, e nunca ter pecado, nem em acto, nem em consciência, pela rica saúdinha dos que tenho lá em casa, senhor prior, eu seja cega, surda e muda, se alguma vez pisei o risco, ligou-se ao célebre PROXY -- PROXY vem de PRO+XY, os cromossomas masculinos, o que indica uma perigosa tendência freudiana para o Complexo de Castração, de aí, a permanente necessidade de identificação com Arrebentas, Evaristos Carvalhidos, Heliogabalus e Coisinhas Fofas -- mas não se safa, não, só com um implante, e mesmo assim ia parecer um tapirzito com o cio.
Lê o excelente texto -- 17 minutos de indigestão -- do Arrebenta sobre o Estruturalismo dos Comentadores, pensa em que botão de "DENUNCIAR" é que poderá carregar, não encontra nenhum, e imediatamente cai na ratoeira de comentar um texto sobre... comentários.


... mas a coisa não lhe chega, porque agita a cabeça, com aquele tique de cabelo de dona da rua, os tiques nos olhos, e lembra-se dos disparates que publicou na véspera, sem saber ainda que ia apanhar, uns minutos depois, em cima, com uma autêntica Autópsia dos... Comentários...




-- isto não pode ficar assim, irei telefonar já ao Pedro Namora ou ao José Maria Martins (esses também já te deram para trás, não foi, filha?...), e tem de MESMO ir à caixa de comentários seguinte -- definição de PULSÃO --, e volta, e torna a voltar, depois de ter ido à Casa da Música celebrar os 100 Anos do Manoel de Oliveira, um com um retardamento mental de enredos muito parecido com o dela, e volta, já na pura euforia do disparate do "Prozac"...
... sempre foi muito boa em negação de evidências, até lhe terem pegado no IP do comentário de "Allegra Geller", e continuou a registar (!), nos contadores, lá das coisinhas secretas dela, aqui, e ali... "Allegra Geller", num desgraçado qualquer que se ligava do Algarve (temos aí as fotos, mas não vale realmente a pena perder mais tempo com isso...)
Eis senão quando estava ela, mais os seus sicaios, naquele frenesi de alma ledo e cego que a Net não deixa durar muito, e lhe bate no ombro um gajo com o ar do Dick Cheaney, e lhe pergunta, "Messalina, queres casar comigo?..." e ela olha-o da cabeça aos pés, e pensa, o velho deve ser rico, vai-me tirar desta minha vidinha miserável..., dá o "SIM", e nessa mesma noite vem para Lisboa, para celebrar as núpcias do Demo, num prédio da Avenida da Liberdade.
Ainda estava ele na segunda cápsula de "Viagra" e ela já a simular o orgasmo, para ver se despachava a coisa, começa o prédio a arder, e ela, "oh, não, agora que eu ia ser célebre e rica...", e cai-lhe em cima uma trave em chamas, com um graffito descorado, a dizer "PUTA DE MERDA". (A música de fundo é o final do "D. Giovanni" de Wolfgang Amadeus)
É aqui que acaba -- queriam que durasse para sempre, seus gulosos!?... -- a nossa telenovela, bem na véspera do 1º Aniversário da Fundação do "As Vicentinas de Braganza", ex-nome do nosso actual Blogue.
Da dita Messalina, pouco ficou, excepto as relações que irremediavelmente gangrenou, e os espaços que apagou, desfigurou, mutilou, ou envenenou para sempre:
e teria apagado a Net inteira, se, para tal, poderes tivesse, mas realmente não tinha, como muito bem lhe recordou este Administrador da "Wikipédia"...
Descansa em paz, a vida foi-te madrasta, mas , de facto, não tinhas o direito de andar a conspurcar, tanto tempo, o ar puro que os outros querem, e queriam, respirar. Tenta, agora, arranjar uma vida própria, que não seja um mero fruto de andar a parasitar os outros.

sábado, 24 de maio de 2008

Pequeno bocejo administrativo, em dia de boicote às SCUTs e à abertura da Feira da Leya

Faz hoje um mês, estávamos todos nas vésperas de 25 de Abril, ansiosamente à espera de poder começar a escrever neste espaço, depois de mais umas das muitas canalhices do lixo humano, que insiste em andar atrás de nós. Supomos que devamos continuar a demonstrar piedade. Às vezes, é difícil colocarmo-nos no outro lado, sobretudo, quando o desequilíbrio é realmente qualquer coisa de fenomenal, mas fenomenal no sentido do execrável.
Já démos a volta a tudo, e não há explicação.
Aparentemente, e também já discutimos isso entre nós, parece singrar lá pela caixa de pavores e horrores, que tem no alto do pescoço, que existe uma... "guerra".
Não há guerras, para haver guerras, é necessário que haja dois campos que estão em luta. Ora, aqui existe apenas um campo, cuja única conquista é ter uma plateia cada vez mais, e mais, vasta, para o seu solitário ridículo.
No fundo, e isso é que é fundamentalmente grave, a persistência começa a tornar-se demasiado visível: durante um primeiro tempo, pensámos que residisse no terror de que fossem tornados públicos sms, emails e outras porcarias. Não vivemos nesse nível, e só alguém com alguns parafusos a menos deveria ter medo de divórcios pela Net.
Como a coisa não pára, tivémos de avançar para um segundo cenário, ainda mais exótico: o de alguém, que, realmente, procura um divórcio, e esperaria encontrar na Net um pretexto para ele... enfim, em primeira mão, aqui vai mais um pequeno brinde, skinner e pavlovianamente, também... não o terá...
E como a coisa, de facto, apenas oscila entre Skinner e Pavlov, na realidade, resolver-se-ia com um par de estalos, que recordasse os muitos pares de estalos da infância, mas não estamos nem aí. Este blogue existe para os seus leitores, e é para os seus leitores que continuará a existir. É claro que a contribuição também passa pelas caixas de comentários, onde não há skinners nem pavlovs, só gente adulta, inteligente, e que muito preza a sua liberdade de pensamento e expressão, aos quais se juntam os pobres de espírito, mas desses será o Reyno dos Céus (?).