segunda-feira, 14 de julho de 2008

SILLY SEASON!!!!...


SILLY SEASON!!!!...



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

domingo, 13 de julho de 2008

Nelson Évora venceu não sei o quê (não, não é Futebol...). Parabéns, Nelson!!!...


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Foto de AQUI

Leya AQUI

O Velho The Braganza Mothers I continua a atrair multidões :-)


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Veja AQUI

Tudo bons rapazes


Num bairro social, onde pelas imagens é difícil encontrar um lugar vago para estacionar as carrinhas Ford Transit, um grupo de pretos atacou a tiro um grupo de ciganos.
Foi tudo filmado e transmitido em horário nobre pelas queridas televisões.
Parecia um filme “amaricano”.

De imediato os senhores políticos foram à televisão explicar que, acima de tudo, o que tínhamos visto não correspondia aquilo que devia ser visto e que se víssemos com muita atenção não havia nada para ver.
É como filme do “dá-me o telemóvel já”.

Por uma feliz coincidência acabo de ver o filme brasileiro “Tropa de Elite” que comprei numa feira numa banca de ciganos.
É excelente.
Dentro de dez anos pode fazer-se em Portugal.
Em determinado momento numa aula de uma universidade cara do Rio discute-se um trabalho de casa e uma das autoras de mesmo lê “o problema das favelas é que (eles) pela sua condição social são compelidos a cometer delitos”.
Os nossos melhores vultos da esquerda não desdenhariam assinar por baixo.

Por fim, sem surpresa nenhuma, soube que graças às leis socialistas que acreditam que não há bandidos e que só há jovens os dois fulanos que foram filmados a disparar em plena luz do dia foram mandados em paz pelo senhor juiz.
Motivo.
Não houve flagrante delito.

Miss Zimbabwé apoia Barack Obama



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Leya AQUI

Tiros, Políticos e Verdades que ninguém quer dizer…



Analisar acontecimentos e temas como os tiros do bairro não sei quantos e da habitação social é, politicamente, tão perigoso e escorregadio que, depois de se ouvir os políticos escutados sobre o assunto, é fácil perceber que ninguém quer tomar posições, propor soluções, nem falar muito. O motivo é muito simples: trata-se de um tema politicamente inconveniente em que qualquer posição tem custos óbvios. Assim, é preferível pôr cara de caso e falar sem dizer nada, aliás uma das especialidades dos verdadeiros políticos.
A questão é realmente complexa e talvez nunca se venha a conseguir resolver por completo, embora fosse muito mais importante canalizar as verbas dos TGVs, Aeroportos novos e outras parvoíces, para a tentar, e isso é possível, minimizar. É preciso coragem política, dinheiro e autoridade do estado e um conjunto severo de medidas, que até são fáceis de importar de outros países… Quanto aos sociólogos, esquerdistas militantes, defensores dos direitos humanos (como se o resto da população não o fosse), etc., teriam uma residência fixa num desses bairros à sua escolha e, lá, poderiam aplicar na prática e no seu habitat natural as suas ideias.
Algumas medidas parecem-me lógicas:
1ª Deportar para os países de origem, sem quaisquer delongas, todos os indivíduos, de nacionalidade estrangeira, inclusive os nascidos em Portugal, envolvidos em ilegalidades bem como os seus dependentes.
2ª Criar um banco de dados digital onde deveriam constar as impressões digitais e todos os dados biométricos considerados relevantes para futura identificação.
3ª Apenas aceitar a entrada de estrangeiros com trabalho e residência previamente asseguradas.
4ª Apenas conceder alojamento social a quem efectivamente o mereça, uma das curiosidades das imagens filmadas no tal bairro social é que grande parte dos automóveis que se vêem são melhores que o meu e do de muitos milhares de portugueses, que não têm qualquer apoio e vivem com a preocupação constante de pagar as prestações e os seus compromissos, logo, quem possui um bom e dispendioso automóvel é porque não necessita que os outros lhe paguem casa, rendimentos mínimos, subsídios e etc. e tal…
5ª Quem estragasse as residências e os bairros em que habita seria, pura e simplesmente, despejado; a sociedade tem o dever de ser solidária mas não tem de ser estupidamente tolerante.
6ª Chamada a intervir numa situação como a verificada, a polícia deveria intervir a tiro, abatendo quem fosse apanhado a disparar. Contra chumbo, chumbo e meio.
7ª Se, como diz um dos intervenientes entrevistado, as suas armas estavam legais, seria necessário saber e culpabilizar quem procedeu à sua legalização, já que a legislação não só é muito clara como muito restritiva.
8ª Os locais a alojar os bairros sociais devem, obviamente, ser dos mais económicos, uma vez que 1000 m2 com vista uma boa vista para o mar, podem chegar a valer o mesmo que 15 ou 20 000m2 localizados em zonas menos apetecíveis. Uma vez mais, a sociedade tem o dever de ser solidária mas tem, igualmente, que manter o respeito pelos interesses alheios. Por exemplo, quando há cerca de 3 anos tive de mudar de casa, porque a família cresceu, não pude ir viver, nem de perto nem de longe para onde queria, mas, tão só, para onde podia… Consultando vários anúncios, fui ver uma casa que me parecia em conta e, ao lá chegar, verifiquei que quase todas as casas, pequenas moradias e apartamentos estavam à venda… estranhei, dei mais uma volta e deparei-me com um bairro social com magnífico aspecto, tão bom que não me importava nada de ir para lá viver. Pois bem, um mês depois das casas terem sido entregues, parecia que se tinha entrado no Iraque… se as pessoas que para cá imigram, sejam quem forem, não têm os nossos padrões sociais, nem vontade de os ter, então devem voltar para onde vieram. Reparem no prejuízo que tiveram as pessoas que deram uma fortuna pelas suas casas e que, por instalarem na proximidade um bairro social com aquele tipo de gente, tiveram que as vender fosse a que preço fosse, só que ninguém já as queria… A não ser, familiares, amigos e sócios desses alojados sociais.
Tudo isto, pode custar muito ouvir, mas não é política social, mas anti-social; em primeiro lugar tem que se olhar aos que cá vivem, trabalham e batalham, muitas vezes arduamente, para conseguir sobreviver. Só depois, se sobrar alguma coisa, para os outros.



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E o prémio da semana vai para o... IPHONE. Confesso que gostei... MUITO. Só falta escolher a melhor Música do Mundo para o preencer :-)


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God, ontem, à saída da F.I.L., aviei um como este... Tinha a namorada à espera, como todos


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Cortesia "Sean Cody"

Dia de Festa no Porto

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Ricardo Quaresma nu and naked


Marcha do Orgulho "Gay", no Porto



Leya AQUI

Ratzinger já está em Sidney, para apanhar os cacos da "Gay Parade" e lamber o chão dos Padres Pedófilos


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Foto do "SOL"

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Gymnopédie

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Manhã

sábado, 12 de julho de 2008

Sem Comentários...

Quink644 agradece e retribui à Senhora da Burka







Paisagens


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Dedicado ao quinck644

Do Grandioso espólio do "The Braganza Mothers I": Katia Rebarbado d'Abreu entrevista o facínora iraniano Ahmadinejad


Katia – Antes de mais, Sr. Presidente, o agradecimento do Braganza Mothers por ter aceitado a nossa entrevista.
Ahmadinejad – De nada, o prazer é todo nosso…
Katia – Sr. Presidente, ultimamente, Israel tem-no comparado a Hitler…
Ahmadinejad – Israel não tem imaginação nenhuma: presentemente dispomos de meios muito mais sofisticados do que Hitler para produzir mil vezes mais estragos, e a minha cabeça, tem de concordar… enfim… não preciso de alucinar tanto, como ele, basta-me prosseguir no nível do raciocínio da telenovela barata, que é das poucas linguagens que o Ocidente realmente compreende.
Katia – Aparentemente, a guerra está iminente, desta vez, com o poderio militar israelita na primeira linha. Isso não o assusta?...
Ahmadinejad – (risos) Menina, quando aparo a barba todos os dias, defronte do espelho, já me habituei a não me assustar com nada...
Katia – E o Ocidente deve ter medo?
Ahmadinejad – Não, miúda, vai ser rápido, e não vos vai custar nada (risos).
Katia – Qual o seu principal trunfo?
Ahmadinejad – Atacar as Sodomas do Ocidente no que elas de mais se orgulham…
Katia – Como assim?
Ahmadinejad – Paralisar-lhes o Altar do Diabo, a Internet; destruir-lhes a rede de informação que comanda toda a Comunicação, Segurança, e os abastecimentos e redes de transporte urbanos… olhe, melhor do que isso, tornar-lhes as cidades todas em pastos de chuvas de fogo!...
Katia – Chuvas de fogo?
Ahmadinejad – Vá a Paris, menina, a Milão, a Nova Iorque, essas Gomorras da Moda: para cada cinto Prada, Chanel, Dolce & Gabbana, nós já temos 40 000 kamikazes, bem armados com cintos de plutónio, preparados para os usarem, democraticamente, em qualquer cidade do Ocidente…
Katia – Plutónio?...
Ahmadinejad – Sim, miúda, nunca experimentou?... Restos do lixo nuclear das nossas centrais pacíficas. Queria que despejássemos aquilo onde?... Na Ribeira dos Milagres?... Na Praia de Matosinhos?... Pois claro que não: fizemos cintos, e distribuímo-los gratuitamente, a cada um dos nossos jovens mancebos, prontos para ganharem o Paraíso, nesta justa cruzada contra o Demónio Ocidental!...
Katia – Tem 40 000 jovens preparados para se sacrificarem assim?...
Ahmadinejad – Sim. Pensámos no Metro de Paris, na City, em Londres, no Mundial de Futebol, na Alemanha. Afinal, 40 000 são muito menos do que aqueles que vocês matam, ou desactivam, nas discotecas de fim de semana, com pastilhas, álcool e desastres de “racings” suicidas. Vocês têm todos esses meios para se livrarem deles. Nós não nos podemos libertar dos excedentes populacionais desse modo, de maneira que vamos livrar-nos deles através do plutónio!...
Katia – Sabe que bombas sujas de plutónio, em Roma, em Berlim, em Londres ou em Paris, vão tornar essas cidades contaminadas durante 25 000 anos?
Ahmadinejad – O que são 25 000 anos, perante a perenidade do Islão?... Alguma vez, por acaso, Sodoma e Gomorra foram reconstruídas, depois de a ira de Deus as ter justamente destruído?...
Katia – Sabe que o Ocidente pode decidir atacar antes, e neutralizar as suas instalações nucleares…
Ahmadinejad – Estamos preparados para isso: será uma bomba a cair por cima de outra bomba, que é como se rebentasse a bomba duas vezes: haverá um gigantesco vento de fogo, que se espalhará pelos estados que se venderam ao Infiel, e, por fim, chegará à Grande Sodoma que é Israel e a América!... Por 25 000 anos!... Para sempre!..
Katia – Olhe, estou a adorar…
Ahmadinejad – É mesmo para que você me adore que eu lhe concedo esta entrevista...
Katia – Mesmo sendo mulher…
Ahmadinejad – Justamente por isso: são precisas muitas do seu calibre para que se complete o harém, que mesmo assim, nunca chegará aos calcanhares de um dos Verdadeiros Crentes!...
Katia – Passemos adiante. Está, portanto, preparado para o Juízo Final. Do seu ponto de vista, há quem deseje ver salvo do lado Ocidental?...
Ahmadinejad – Pensámos em Bento XVI, o vosso Ayatollah, pessoa com a qual partilhamos muitos pontos de vista do Credo, e creio que o próprio Presidente Bush, desde que com as unhas devidamente aparadas, se poderá tornar num precioso aliado, quando decidirmos avançar para o nosso Espaço Vital.
Katia – Espaço Vital?...
Ahmadinejad – Sim, o Iraque, a Síria, Israel, a Arábia Saudita, o Egipto, a Turquia, o Paquistão, as Repúblicas Islâmicas de raiz ex-soviética, enfim, os futuros Estados Unidos do Plutónio.
Katia – E não teme a China, no meio dessa voragem?...
Ahmadinejad – A China precisa de todo o petróleo dos nossos Estados Unidos do Plutónio, e vai tê-lo, mal acabe esta nossa guerra-“minute”!... O Mundo, ou o que restar dele, finalmente começará a respeitar-nos, e não bastará ficar reduzido àquelas preciosidades ridículas, como usar quadrantes de relógio divididos em fracções de 60, coisa babilónica, ou usar o ZERO, menina, o zero do Niilismo, uma enorme invenção árabe!...
Katia – Uma derradeira pergunta: quando pensa começar os trabalhos de arranque dessa cruzada?...
Ahmadinejad – (silêncio) Moça, isto já está há muito a ser preparado, mas o momento inicial da fase seguinte vai ser no terceiro segundo do segundo minuto da primeira hora do dia 4 de Maio do vosso ano de 2006.
Katia – 1h, 2 min., 3 seg., de 4/5/06?...
Ahmadinejad – Exactamente, ano 1384 da Hégira.
Katia – Muito obrigado, Presidente, pela sua atenção.
Ahmadinejad – De nada. Saiu mais feliz daqui?...
Katia – Nem imagina: sinto-me como se tivesse sido montada pelo Regimento de Cavalaria 7, inteirinho, com os cavalos e tudo…


Ainda o Irão, Israel e os EUA…

Dedicado ao Paulo Pedroso

Se tiverem seguido os posts que tenho escrito sobre o assunto, verificarão que, ainda dentro do campo político-militar, falta considerar um último aspecto que é o facto das tropas iranianas e americanas estarem dos lados opostos da mesma fronteira, isto é, nada garante que o Iraque não possa ser atacado, mesmo por via terrestre convencional, pelos iranianos… Seria uma loucura? Bom, com este tipo de regimes já se viram cometer loucuras maiores e, para além disso, um conflito deste tipo traria, necessariamente, avultadíssimas baixas iranianas, o que, por estranho que possa parecer, viraria a comunidade internacional mais contra os EUA do que contra o Irão, sendo que para os iranianos estas não teriam significado nenhum.Por outro lado, a guerra no Iraque já vai muito demorada, cinco anos e já bastantes milhares de mortos e feridos americanos, não pareceram resolver, nem melhorar a situação. Ora, a abertura de uma nova frente com um inimigo determinado e fanático, apenas agravaria em muito o estado de coisas. Contudo, se analisarmos com rigor a situação, a solução para ela já há muito escapou das mãos dos americanos, os quais, ainda ensombrados pelo sempre eterno trauma do Vietname, deixaram de ter a capacidade de decisão na área. Esta passou a estar, agora, nos timings israelita e iraniano, pois se qualquer um deles atacar os EUA, que têm muitas dezenas de milhares de homens na região, queiram ou não, serão arrastados imediatamente para o conflito. Vêem-se, pois, nuvens muito negras para os próximos tempos mundiais.



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Cavaco, o Saloio, comenta o país que ele próprio construiu

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O meu sábado é assim: se estiverem interessados, emailem-me


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Cortesia do "KELMA"