Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
segunda-feira, 9 de junho de 2008
domingo, 8 de junho de 2008
Mudar Portugal?!
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... e depois de caçar a "máscara" da "Controleira" (quem não deve não teme e não vem de "máscaras") vai à procura da cara inicial, que está... está...
Sindicatos querem cobrar direitos aos não quotizados

Ora muito bem… é pena que eu só não adivinhe a sorte grande ou o euromilhões. Escrevi neste blogue dois textos, um a 22 de Abril e outro a 5 de Maio, em que concluía que face à inaptidão, descrença e, sobretudo, ao mau serviço prestado, a grande questão que se colocava aos sindicatos era a da sua sobrevivência… Infelizmente, parece-me que tinha razão, pelo menos se for verdade o que hoje vem relatado no DN com o título: Sindicatos querem cobrar direitos aos não quotizados. Cá está a solução que essas sanguessugas dos trabalhadores encontraram para a sua sobrevivência… colocarem-se do outro lado da barreira e lançarem-se, eles próprios, a cobrar impostos… Juro que desta não me tinha lembrado, no entanto, tal enormidade merece-me alguns reparos de não pequena monta e consequência. Vejamos.
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La Grande Bouffe
Dance Of Days - É só o inferno e mais nada
quando passamos a mentir
para sustentar mentiras...
E já não podemos fingir
não estar tão frustrados com o que temos
e por estarmos a tanto tempo aqui.
Daqui de cima não há nada para enxergar.
Foi tudo em vão, eu sei...
O suór seco pelo vento.
Agora a quem culpar por ver
tantas rugas no espelho,
ossos magros nos joelhos
e nenhum troféu quando vencemos?
Se ficar aqui não vão te ver chorar
e quem sabe possa ter sorte
ao contar as promessas
que entupiam seus bolsos...
placebo para alimentar as traças.
O bispo quebra minhas defesas
e os peões não podem mais impedir
o olhar de medusa de tuas torres.
A rainha feita pedra
esquece de sua vida...
tão perdida quanto infeliz.
Então não diz pra mim que tudo vai passar.
É só o inferno, eu sei...
O suór seco pelo vento.
Juras de amor comendo a língua.
Diz então que beijarias
minha boca cheia de formigas
agora que é isto e mais nada..."
Samuel Bodman, o filho da puta que vai especular o petróleo a $200 US o barril. Não há quem limpe estes gajos?...
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sábado, 7 de junho de 2008
E aí está o Centenário de Maria Helena Vieira da Silva
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NÃO, NÃO PARÁMOS: APERTE COM AS GASOLINEIRAS E O GOVERNO QUE O ROUBAM!...

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Oferta da Curiosa
A Selecção Nacional canta o Hino da Vitória
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Hoje é dia de Futebol: a um país que foi desistindo de pensar com tudo, da cabeça aos pés, o melhor que podemos desejar é que perca já com os pés...
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Heliogabalus
AQUI, sff...
Quim lesionou-se no punho. Terá sido a bater uma punheta para fazer baixar o preço do petróleo?...
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Mais encarnado que nunca
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O certo é que o Benfica, o maior beneficiado com a exclusão do FC Porto da Champions, ainda pode ser implicado no "Apito Final", que investigou casos de corrupção na Liga. Isto porque o documento que agora está a ser investigado pela PGR fez com que a Comissão Disciplinar da Liga de clubes (liderada por Ricardo Costa) deixasse em suspenso dois processos, que esperam os resultados do inquérito. Recorde-se que o documento anónimo denuncia alegadas situações ilícitas envolvendo dirigentes encarnados - reuniões com árbitros e seus dirigentes e a promessa de compra de passes de atletas do V. Guimarães e do Estoril, por exemplo - em 2004/05, época em que o Benfica foi campeão.”
In Diário de Notícias
Para quando a PGR falará acerca deste assunto? Nota-se que os ataques são feitos a tudo o que é fora de Lisboa…
A hipocrisia do Final dos Tempos
sexta-feira, 6 de junho de 2008
As Taras de Messalina


O paradoxo Lusitano (Tendências Autofágicas)
Amanhã regresso à Serra da Estrela, serra que, sabem certamente, era conhecida na antiguidade como Montes Hermínios. Por essas paragens, segundo diz a lenda, caminhou Viriato, comandante das tribos Lusitanas, enquanto guerreava o invasor romano.
Quer a cultura erudita nacional, quer a tradição popular, instituíram e elevaram a figura mítica, lendária e historicamente pouco consistente de Viriato, à condição de primeiro português. Não que se queira retirar o papel preponderante a D. Afonso Henriques. Nada disso. O que, de alguma forma, a tradição e a erudição quiseram construir foi uma imagem de Viriato como o comandante de um povo que, para todos os efeitos, consideramos nosso antepassado. Quase se pode detectar, na interpretação da História portuguesa, a tentativa de recusar o período romano, como se este tivesse sido um mero interregno entre o nobre, valente e audaz povo Lusitano e a nação que conquistou o seu actual território aos sarracenos.
Sabemos bem que hoje pouco ou nada temos que possamos apontar como sendo uma herança lusitana. E, pelo contrário, não podemos negar o quão relevante foi a romanização para a definição da nossa Cultura e para a estruturação da nossa matriz identitária. Sob um ponto de vista Cultural, temos muito mais de Romanos que de Lusitanos. O pouco sangue lusitano que por aí se encontre, está bastante diluído e disperso. Além do mais, sabemos bem que não é a hemoglobina que (nos) preserva a cultura, as tradições ou os costumes.
Não sabemos qual a herança cultural que recebemos dos Lusitanos. Essa herança, a existir, encontra-se completamente perdida no tempo e muito pouco poderemos entender para além do que a História e a Arqueologia nos possam informar. Em todo o caso, este texto não pretende discutir ou a aprofundar essa matéria. Gostaria de destacar, isso sim, o pormenor que tantas vezes se nos escapa: a sempre renovada identificação do povo português com esse povo tão longínquo, que passou à História com o nome de Lusitano.
Nós, portugueses, quer ao nível da mais elevada erudição, quer ao nível do patriotismo mais popular, gostamos de repetir que SOMOS LUSITANOS. De alguma forma, gostamos de nos identificar com esse povo longínquo, apesar de tão distante no tempo e, principalmente, apesar de tão apagados que estão os conhecimentos que temos dos seus hábitos, costumes, tradições, crenças… Certamente que, na nossa cultura e na nossa identidade nacional, se encontram presentes mais marcas de outros povos, do que dos Lusitanos.
Mas nós gostamos de nos rever nesse povo, como se ele marcasse o início da nossa identidade colectiva, assim como consideramos Viriato um herói nacional anterior à Nacionalidade, apesar de muito pouco sabermos sobre essa personagem histórica. Conhecemos alguns aspectos e algumas vicissitudes da sua vida. Conhecemos alguns dos seus feitos militares. Mas, temos de reconhecer que, o que quer que saibamos dele, foi deturpado pela corrosão do tempo, pela inconsistência das fontes e pela (de)formação da lenda.
Mas há um aspecto que conhecemos muito bem: A História diz-nos que Viriato morreu, enquanto dormia, assassinado pelos seus próprios companheiros. Ora, aqui chegados, importa destacar um facto paradoxal que parece escapar à maioria de todos nós. Se nos apropriamos da figura histórica de Viriato, transformando-o num herói da nossa História Nacional, e se nos apropriamos dos Lusitanos, enquanto povo, para de alguma forma nos elevarmos à condição de seus descendentes, não podemos negar um aspecto crucial: consideramo-nos descendentes de traidores e de cobardes. Se dizemos que descendemos dos Lusitanos, não podemos deixar de constatar que, na nossa origem, já revelávamos possuir uma alma digna do que hoje somos. Não nos podemos esquecer que, sempre que nos revemos nesse povo, estamos a dizer que somos descendentes de uns vendidos que, por um punhado de moedas, traíram o seu próprio líder. A traição e a cobardia estão, portanto, na origem da nossa identidade enquanto povo. Cada povo tem apenas as referências míticas que escolhe… e que merece! Na nossa longa História, a exaltação da vida de Viriato, que é também a exaltação da sua morte, é o mais antigo espelho onde nos revemos colectivamente. Somos, portanto, um povo que começou por se destacar pela cobardia e que sublinhou as suas primeiras linhas com um acto de traição.
Como já referi anteriormente, os costumes não se preservam no sangue. Não temos, portanto, com que nos preocupar… Ou temos?
Vou Fazer Queixinhas...
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No Relatório sobre a Situação Social na União Europeia em 2007, (...) Portugal aparece como o Estado-membro com maiores disparidades na distribuição dos rendimentos, ultrapassando mesmo o Estados Unidos (um país tradicionalmente muito desiquilibrado socialmente) nos índices de desigualdade. O relatório mostra que, em todos os Estados-membros da União Europeia, os rendimentos se repartem mais uniformemente do que nos EUA. Apenas com uma única excepção: a de Portugal.
Este facto económico, social e (não o esqueçamos!) sobretudo político ajuda a explicar o clima de depressão e pessimismo social que se vive (...) fazendo correr rios de tinta de indagações, que vão da psicanálise mítica à interpretação histórica, da análise social à avaliação económica. Agora, podemos certamente conhecer melhor a causa deste mal-estar social que tudo corrói e compromete: os portugueses estão insatisfeitos porque são pobres e não têm o suficiente para viver. Mas estão sobretudo deprimidos porque, além de pobres, se sentem vítimas de injustiça social e de um fatalismo que os persegue, assistindo diariamente ao espectáculo indigno da desigualdade injusta, da arrogância social e do exibicionismo indecoroso daqueles que, na maior parte dos casos, acumulam riqueza usando métodos opacos, quando não ilegítimos. As escandalosas remunerações dos gestores; (...) a resignação perante a miséria dos mais velhos, condenados a "vegetar", como se de uma "coisa normal e natural" se tratasse; o silêncio perante situações desesperadas geradas pelo desemprego de indivíduos sozinhos e de famílias inteiras; a descrença da juventude, que não tem saídas profissionais, e que levou alguém a dizer recentemente que já não estamos perante uma "geração rasca", mas sim perante "uma geração à rasca"; a insegurança crescente no emprego e na reforma, provocando medo, subserviência e passividade; o aumento de terríveis nós de fragilidade numa sociedade já de si tão vulnerável; a dissolução de vínculos sociais tradicionais e o enfraquecimento da coesão social, gerando um clima de egoísmo, irresponsabilidade e de "salve-se quem puder" - eis uma lista de alguns graves males sociais que nos afectam e deprimem, gerando indiferença e apatia, e revelando a fragilidade crescente da nossa classe média.
Em vez de responder a todos os problemas com um discurso de um novo-riquismo tecnocrata e economicista, que lhe dá a ingénua e provinciana sensação de que são "modernos", os nossos políticos deviam enfrentar sem rodeios nem álibis os índices reiterados e inadmissíveis das nossas desigualdades, denunciados neste Relatório Europeu sobre a Situação Social, e compreender que os portugueses têm todas as razões para estarem pessimistas. É que só há uma coisa pior do que a pobreza. É a pobreza injusta, que ameaça o sentimento de dignidade pessoas e destrói o sentido de comunidade. Sem esse sentimentos e esse sentido, não há esperança, nem mobilização, nem futuro.
Focus
Subscrevo.
Apito Encarnado
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Para já leia-se:
“Liga de Clubes ainda aguarda mais dados da PGRO "Apito Final" ainda não acabou. A Comissão Disciplinar da Liga de Clubes tem dois processos suspensos aguardando os resultados de um inquérito aberto pelo procurador-geral da República com base no dossier "Apito Encarnado". O documento tornado público em Agosto de 2007, foi entregue à PGR (e também à Liga, Federação e Polícia Judiciária) e pode colocar o Benfica sob a alçada da justiça desportiva no âmbito do processo "Apito Final". Alegadamente elaborado "por um conjunto de funcionários de investigação" da Polícia Judiciária, o dossier denuncia uma suposta dualidade de critérios da investigação do processo "Apito Dourado", e refere "factos" a que " por esquecimento não terá sido dado o devido tratamento". Algumas das denúncias dizem respeito à época 2004/2005, ano em que o Benfica conquistou o campeonato. "Reuniões secretas entre Luís Filipe Vieira e José Veiga com dirigentes da arbitragem" , "reuniões num restaurante de Penafiel entre José Veiga e vários árbitros e árbitros assistentes", "reuniões entre o dr. João Rodrigues com o sr. Pinto de Sousa num hotel de Lisboa" , "a promessa da contratação de um jogador do Estoril antes do "famoso" jogo Estoril-Benfica, no Algarve", são algumas das denúncias feitas no documento anónimo que mereceu a Pinto Monteiro, no entanto, a decisão de abrir um processo de inquérito.
Sabendo disso, a Comissão Disciplinar da Liga de forma a evitar a prescrição que poderia resultar da abertura de um novo inquérito, tomou a decisão de suspender dois processos. Os processos de inquéritos 02-06/07 e 13-06/07 , apesar do arquivamento dos autos na parte respeitante à matéria de facto da deliberação final mantêm-se suspensos por um período de dois meses, a contar da data de publicação do respectivos acordãos - 6 de Maio de 2008 - ( no dia 6 do próximo mês de Julho a situação será revista), conforme se pode ler nas páginas 38/39/ 40 e 110/ 111 dos respectivos documentos. "O prosseguimento do processo visa investigar e aferir do relevo jusdisciplinar da factualidade que possa resultar da informação remetida a esta comissão disciplinar pela procuradoria geral da República".
O DN tentou contactar o Presidente da Comissão Disciplinar da Liga, mas sem sucesso. Ricardo Costa, que ontem esteve reunido com o Procurador Geral da República, manteve durante todo o dia o telefone desligado. O DN também não conseguiu chegar à fala com Luís Filipe Vieira . No entanto, em Agosto de 2007, quando o documento foi tornado público, o líder do Benfica foi claro na reacção: " se a PGR recebeu esse documento, que investigue. E que nada fique por investigar. O Benfica confia e sempre confiou na Justiça". -I.A/T.S.P”
In Diário de Notícias
Quero ver o que vai acontecer a estes…
IMUNE... Mas até quando?
Código do Trabalho 05-06-2008 22:45
José Sócrates contra os motivos do protesto
Imune à quantidade de pessoas que hoje saiu à rua está o Primeiro-ministro, que não concorda com os protestos de em Lisboa, nem como facto da CGTP ter convocado a manifestação.
“Não me impressiona o número, o que me impressiona são os argumentos. Discordo que a CGTP, estando envolvida num processo negocial, a primeira coisa que faz é vir para a rua manifestar-se contra qualquer solução que saia da concertação social. Eu acredito e estou empenhado na concertação social e em conseguir um acordo, e não desisto disso, porque acho que essa reforma é essencial (…)” – afirmou o Primeiro-ministro.A manifestação contra a revisão do Código Laboral juntou hoje cerca de 200 mil pessoas em Lisboa, segundo a polícia.
Já vamos estando habituados à indiferença com que os nossos governantes, tendo à cabeça José Sócrates, vão comentando as diversas e gigantescas manifestações e provas de descontentamento que nos vêm dos mais diversos sectores da nossa sociedade. É certo, que os mesmos senhores, uma vez mais com o seu chefe à cabeça, também já nos demonstraram inequivocamente que, como mentem com a maior desfaçatez e à vontade, já nada nos deve fazer espantar. Porém, não deixemos de ir sublinhando algumas dessas pérolas, sendo, a de hoje, a repetição já gasta por todos os membros deste governo: “não me impressiona o número, o que me impressiona são os argumentos.” A minha pergunta vai no seguinte sentido? Com quem julgam estes fulanos que estão a falar? Terão a coragem de quando chegarem à campanha eleitoral voltarem a dizer o mesmo, isto é, que não lhes interessam os números, mas sim os argumentos? Ou aí voltar-se-ão a esquecer destes quase quatro anos de vergonhosa ditadura de promiscuidade e compadrio e regressarão às mentirosas promessas com que no passado conseguiram enganar um povo analfabruto e ignorante mas que, ainda assim, compreendeu que o Santana Lopes e companhia só serviam para comentar futebol, ter ideias parvas e pouco mais.Eis o nosso grande problema… como podemos viver num país onde os nossos governantes são cada vez piores, que quando julgamos que já não é possível fazer pior, vem o seguinte e nos faz desejar o que partiu como se tivesse tratado de um mal menor? A grande questão é que essa sequência de convergência para o negativo, ou se preferirem, esta capacidade de fazer sempre pior do que o anterior, retira a esperança a qualquer um… Poderíamos pensar no presidente… mas é igual, ao invés de exercer o seu papel moderador limita-se a comportar-se como um lacaio que quer ver o seu contrato renovado no final do mandato… Com que legitimidade nos vem falar de justiça social e moralidade nos salários dos altos funcionários privados enquanto ele, que deveria dar o exemplo, enquanto mais elevado funcionário público do país que deveria ser um exemplo em quem se pudessem pôr os olhos, acumula não sei quantas reformas, mais o vencimento de Presidente e todo o conjunto de alcavalas que eu nem consigo imaginar…Enfim, o que fazer com tudo isto e como viver aqui sem ser indignado e revoltado com toda a parasitagem de que somos vítimas? Eram estes argumentos que eu queria ver respondidos, fosse por quem fosse.
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Preto no Branco
Fernanda Câncio depois de nos contar uma história comovedora passada entre um preto e uma professora numa escola portuguesa conclui que a eleição de outro preto para possível presidente dos states demonstra que um dia vai fatalmente acontecer o mesmo aqui em Portugal.
Ora isto é um bocadinho trágico porque toda a campanha feita pelo próprio e pelos seus apoiantes e admiradores reside exactamente no contrário.
Querem fazer passar a ideia que o senhor tem inúmeras ideias e ideais novos e que o facto de os pretos (lá dizem os afro-americanos) votar massivamente nele é apenas devido a todos gostarem da mesma marca de cerveja.
Uma coisa que eu gosto nos senhores jornalistas é a facilidade com que colocam perguntas sem cuidar das respostas.
Pergunta a nossa Segunda Dama:
Por que motivo não há um único pivot negro na TV portuguesa, por que há apenas um negro no parlamento (Hélder Amaral, do PP), por que há tão poucos jornalistas e comentadores negros, ou, mais prosaicamente, por que razão um grupo de negros num centro comercial sobressalta os seguranças
Pois é porque será?
Eu apenas sei que no último exemplo apresentado o motivo deve ser uma questão de percentagem.
Esclareço, a percentagem de problemas.
Felizmente vai tudo mudar.
Quando?
Ora como Ela diz:
E doravante, dar-se-ão também mal os que vivem de desculpas e ressentimento, os que repetem "para os pretos não há hipótese": Obama conseguiu. Pode não mudar mais nada, mas isso já mudou.
Pois mudou. Pelo menos deixou de haver hipocrisia à volta de uma candidatura cujo mentor (oportunamente chutado borda fora) conclamava “morte aos brancos”O que como sabemos, visto do outro lado, é apenas manifestação de troplicalismo.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Mais um pouco de LIXO
Deve ser por estas coisas que o meu homónimo diz que produzo lixo.
As páginas 211 e 212 descrevem o panorama do lixo nacional.
National Geographic
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Este primeiro-ministro engana os portugueses e não dá uma resposta concreta a nenhuma pergunta, fala do passado e em Guerras do Iraque, quando o José Sócrates esteve junto do Bush e dar o seu apoio… De facto é algo muito coerente!
Continuando… Estava eu a ver na SIC-Notícias, mas entretanto mudaram a emissão para a manifestação à porta do AR e eu decidi mudar para a RTP-2 em que reparei no seguinte pormenor da “programação da power box”…
“National Geographic Earth…”
Que animal será o senhor da imagem?!
A REALIDADE DA HABITAÇÃO EM PORTUGAL: PERSPECTIVAS...
A Tua casa vista por ti...
Vista pelo vendedor...
Vista pelo Banco...
Vista pelo Avaliador do Banco...
Vista pelas Finanças Portuguesas...
A Criança Que Calou o Mundo por 5 Minutos
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