sexta-feira, 9 de maio de 2008

Mapa astral ou país astral?!

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Estava eu a descontrair e pesquisar umas tretas na Internet e eis que me deparo com um site de horóscopo. Muito interessante, saber o que os astros nos reservam. Encontrei o site: Personare.

Veja-se o que dizem no “Quem somos”:

“O Personare surge em um tempo de questionamentos e dúvidas sobre que caminhos seguir. A falta de conhecimento sobre nós mesmos e a pressão do cotidiano nos fazem sentir incapazes de realizar nossa verdadeira vontade. Por isso, em 2003, três profissionais saídos do mercado de Internet buscaram uma forma de promover o autoconhecimento de maneira democrática e simples. A astrologia foi a primeira área de estudo escolhida para começar esta jornada. Atualmente, outras técnicas estão em estudo para que em breve o Personare ofereça um conteúdo cada vez mais completo. Para o Personare, você é único. Cada pessoa tem características próprias e peculiaridades que ninguém mais tem. E é, por isso, que o site adota uma filosofia de constante busca pela personalização do seu conteúdo. Todas as análises disponíveis no site se baseiam em informações pessoais, para gerar interpretações que consigam refletir a personalidade de cada um.”

Como se percebe é um site brasileiro, mas mesmo sem o acordo ortográfico consegue-se perceber perfeitamente. Até aqui parece algo completamente normal, mas como é óbvio eu encontrei uma gralha no site. Não é que os brasileiros têm algumas dúvidas de soberania Veja-se os print screen que fiz. (Clique nas imagens para aumentar)

Nesta primeira imagem é possível ver-se um site completamente normal e preparado para fazer uma análise de signo e ascendente. Neste conjunto repare que na secção de país.

Como diria um brasileiro: “Beleza”. Pode-se escolher o país Madeira. Pensei que fosse minha falta de conhecimento na área da geografia e não soubesse a existência do país Madeira, contudo Madeira, Madeira é só mesmo a nossa Madeira.


Clique aqui para confirmar.


Afinal fez-se a independência da Madeira e ninguém me avisou. Ou está-se a fazer a independência da Madeira alterando os sites. Ou é por isso que o meu mapa astral nunca bateu certo, faltava colocar que o meu país era a Madeira.

Uma coisa é certa, pelo menos no meu id é e será o "meu país astral". Isto era caso para terminar à Fernando Peça: “E esta, hein?!”

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Olho por olho


Uma jovem é encontrada carbonizada dentro do carro do namorado que também tinha ardido.
Parecia um acidente e o namorado ficou muito surpreendido quando lhe deram a notícia.
Durou pouco a surpresa.
A polícia num instante verificou que o carro não tinha nenhuma amolgadura, depois que lhe faltava o tampão da gasolina.
Em seguida o namorado apresentava queimaduras numa mão e numa orelha e por fim lá confessou que estava no local e que tinha abandonado o mesmo por não ter telemóvel.
. O resultado preliminar na autópsia indica que ela terá sido morta por uma pancada na cabeça.

E agora meu senhores, a surpresa.
O namorado foi constituído arguido depois de ouvido pela Polícia Judiciária de Coimbra. Regressou a casa com o termo de identidade e residência.
Neste momento é muito capaz de estar a jantar muito descansado.
E depois admiram-se se o pai da moça lhe pregar um tiro nos cornos.

Vernissage


Minhas mãos tremem quando sorvo coca.
Não deveriam ter feriado as pizzarias.

Talvez hoje tivesse aparecido alguém
E tocado a ding dong,
Mas passei o dia hóspede no outro quarto,
Intoxiquei-me com música todo o tempo
E vomitei inúmeros poemas.

O Nada da Vida,
Um livro de Hoffmann
E depois de mais filmes de Jesus,
Talvez o beijo.
Talvez a porrada.

Mas não vou deixar de almoçar.

É, está bem claro nessa mais uma foda de noite.
Minha imaginação está acabando.
Não posso esquecer seu rosto impregnadíssimo de feeling.
É certo.

Aliás, outra vez você está imaginando que me beija?
Senti sua saliva.

Conteúdos Torpes


Eu juro que não sabia que a saudação nazi se fazia assim!!!
O vesgo do mugabe acha que sim!!!

A lindíssima Kari Jeppesen como Ophelia


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Exposição de Karina Jeppesen e Ana Fraga

Inaugura hoje pelas 19.00h, uma exposição de video/fotografia de Karina Jeppesen e de pintura de Ana Fraga.

Galeria Corrente d'Arte
Av. D. Carlos I, 109
Lisboa
Horário: de Terça a sábado, das 14 às 20 horas
Patente até 13 de Junho próximo

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As metempsicoses de Manuela Ferreira Leite

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Dedicado ao Quink644 (não te trates, não, filho, que um dia destes ainda vou ter de te levar ao Centro de Desintoxicação do Cartaxo...)
Hoje, tudo o que eu vou escrever é mentira. The Braganza Mothers são como os Cretenses: todos os Braganza Mothers são uns grandes mentirosos, e isso já era velho no tempo em que Platão inventou Sócrates, que era o "Arrebenta" dele, e até parece que neto, mas essas coisas só confirmadas pelo teste do ADN, ou no "Alcibíades III", um livro tão maravilhoso que nunca chegou a ser escrito, como a "Comédia", de Aristóteles, que achava que a vida, já nessa altura, era um Vale de Lágrimas, e uma perpétua contenção orçamental.
Por razões várias, tenho andado a tentar evitar escrever este texto. A primeira, porque a casa continua desarrumada; a segunda, porque sempre acreditei em que fazia falta, em Portugal, uma mulher à frente um Partido; a terceira, decorrente da segunda, porque lá por ser mulher não era argumento para que fosse uma qualquer, e eu não tinha, assim, a absoluta certeza de ir escrever sobre uma mulher, e aqui entra outra vez Platão, embora a coisa já fosse velha desde Pitágoras e as crendices hindús, e mais atrás.
Falo, obviamente, de Manuela Ferreira Leite, e das suas Metempsicoses.
Para além das coisas que correm por todas as más-línguas, que não é o meu caso, numerário da Opus Dei e servidor de motoristas da Carris em dias de folga, em regime de "franchising", herdado da Amélia da Marmitas, sempre houve qualquer coisa no fácies da Man'ela que me inquietava, não sabia se era chuva, se era gente, mas coisa boa não era, certamente, ora, sensação semelhante só quando deixo, de Ferrari, a Lola, na sua esquina de trabalho, e, mal me vira as costas, penso, "há meia hora, ainda rapavas os pelos as pernas, agora olhando bem para esses silicones, até pareces a Sovício Aparício..."
A razão, estava, como sempre, na leitura dos Clássicos: Manuela Ferreira Leite estava numa das metamorfoses da sua longa Metempsicose. Platão, misógino até à quinta casa, se me não falha a memória da leitura do "Alcibíades III" -- esse Alcibíades, se tivesse vivido hoje, era daqueles que iria trocar uns favores no Jardim de Belém, por um ténis da "Nike", com a Felícia Cabrita a assistir a tudo, sem perceber que se tratava do Mercado Livre, a funcionar, enfim... -- Platão, "dizia eu de que" começava por afirmar que as almas incarnavam, não sei lá de onde, no Homem, depois, o Homem morria de fome, devido à especulação dos bancos, cheios de crédito mal-parado, em redor dos alimentos, e nascia, reincarnado em Mulher, para depois se finar, intoxicado em botoxes e dietas radicais, e vir renascer num leão -- suponho que daqueles do Sporting --, e depois lá seguia por ali fora, de animal em animal, até passar pela lesma, pela alface e até pelos pedregulhos da calçada.
Platão era um gajo cheio de imaginação, porque suponho que cada uma destas transmigrações da Alma, apesar de serem em sentido descendente, implicava um renascer, coisa impossível hoje em dia, porque um tipo decente apagava-se, e, apesar de renascer em Paula Bobone, tinha logo à perna um gajo do B.E.S. a lembrar-lhe que ainda tinha 25 anos de crédito à habitação para pagar, e os gajos são ferozes, porque consta que perseguem tudo, até aos cães sarnentos, e até estar liquidada, ou a alma, ou o último cêntimo, com precedência para o segundo.
Manuela Ferreira Leite, se formos à "Wikipédia", secção do Comboio Fantasma, começou por ser um tal de José Dias Ferreira, Chefe de um dos Governos em que a Monarquia já estava mais para lá do que para cá. Aparentemente -- e isso é um sinal da sua modernidade -- tentou reincarnar em vários homens, mas sem sucesso, já que o Demiúrgo lhe tinha reservado aquele inigualável fácies de equídeo, que tanto a celebrizou nos derradeiros anos do séc. XX. As metempsicoses de Ferreira Leite levaram-na, então, a ser Secretária de Estado do Orçamento de um dos Governos do Cavaco, de onde foi corrida, como profundamente incompetente, e onde logo morreu, para reincarnar, um pouco mais abaixo, já como Secretária de Estado Adjunta e do Orçamento, aliás, dos Três Orçamentos, já que Cavaco governava com o de Estado, o das Privatizações e o dos Fundos Comunitários.
A par com Mira Amaral, foi assim que conseguiu o prodígio de nos colocar na Cauda da Europa de então, o que muito lhes agradecemos, ainda hoje em dia.
Nessa fase, já a degradação ia tão avançada, que teve de se metempsicosar num dos postos mais decadentes de qualquer Governo, o cargo de Ministra da Educação (!), o que representou o abandonar definitivamente a sua anterior forma humana, para se transformar num dos chamados Ministros do Enche-Chouriços -- a par da Pasta da Cultura -- onde ganhou a camada capilar escura que a celebrizou, a Ministra do Mato Grosso e das Retenções. Desse período animalesco, vem a célebre autorização da declaração de Utilidade Pública da defunta Universidade "Independente", que tanto jeito deu a tanta gente boa, de ambas as cores de pele, uns mais de cá, outros mais de Angola. Foi a chamada Era da Academia do Diamante, com esplendores do Diploma comprado de Huíla.
De degradação em degradação, foi depois Ministra de Estado e das Finanças do pior Governo de Portugal, antes de Sócrates, no Período da Tanga, o que até pareceu uma ascensão, mas não era: era tão-só o palco que estava ainda mais embaixo do que outroras-eras...
A sua mente brilhante inventou então um objectivo para Portugal, que era o "Deficit", que já estava em Freud, que dizia que o período sado-anal, de retenção das fezes no esfíncter, relacionado com a Poupança, representava uma estranha forma de vida, ou de prazer, como a defunta Amália diria.
Como cantaria o Outro, o Príncipe Orlowsky, no "Morcego", de Johann Strauss, "chacun à son goût", não fosse a megera achar que 10 000 000 de Portugueses deveriam partilhar com ela o prazer da retenção das fezes, na sala-de-estar do cólon...
Obviamente que tanta rentenção, ou dava um volgo, ou um estouro.
Como Portugal é um país muito imaginativo, uma espécie de Finlândia de Cacilhas, deu ao mesmo tempo o estouro e o volgo... O estouro é o que estamos a viver agora; o volgo chama-se José Sócrates, e corresponde, mais coisa, menos coisa, a expelir pela boca as fezes muito tempo retidas no aparelho digestivo. Eu sei que soa mal, mas é a Real Politik, ou "é a vida", com diria o Guterres.
Nesta fase, já Ferreira Leite se tinha metempsicosisado num agrião mal lavado, e preparava-se, mesmo, para se transformar num grelo definhado, em forma de Farda Mortuária Final da Servilusa, ponto, pt, quando o Patrão de Bilderberg se lembrou de a reincarnar numa coisa ainda mais vil, a candidata do PSD de Rui Rio, Cavaco Silva, Marcelo Rebelo de Sousa e outros dos responsáveis pelo Desastre Nacional.
Em Platão, tudo o que já tinha sido bom degenerava; em Portugal, tudo o que sempre foi péssimo... promove-se.
Eu sei que esta ficção ainda poderia ser pior, e ela ter reincarnado, pelo caminho, em Vítor Constâncio, Paulo Teixeira Pinto, Proença de Carvalho ou Vasco Graça-Moura, mas vamos ficar por aqui.
Por mim, tudo bem, sendo já dado adquirido que o vencedor das próximas eleições será o novo partido, o Partido de Bilderberg, nas suas duas epifanias: ou Sócrates, todo bom e todo-poderoso e todo absoluto e reforçado -- se até lá o Mundo não se tiver extinguido... -- ou Sócrates coligado, no Centrão, com o Mamarracho do P.S.D.
Balsemão já pensou em tudo: para que nada falte aos dois, a próxima metempsicose de Ferreira Leite vai ser um lançamento simultâneo da metempsicose de Sócrates: vão ser geneticamente modificados, e vão nascer siameses, colados pela rata e pelo abdómen, de modo que vão passar quatro anos a dar linguados um ao outro.
Não se ria, prezado leitor: por cada beijo, cada um deles terá de cuspir de nojo para o lado, e as cabeças nas quais eles irão cuspir serão as nossas, como está previsto no tal Sistema Chinês do escarro Cultural.
Muito boa noite, e espero ter-vos estragado o resto da semana.
(Edição Pentagramática hermética no "Arrebenta-Sol","A Sinistra Ministra", "Democracia em Portugal", "KLANDESTINO" e "The Braganza Mothers". Um verdadeiro asco...)

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Um dos nossos estimados leitores enviou-nos a primeira peça para a Fundação Amélia das Marmitas


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Gasta, como as mãozinhas dos Budas da Sorte, e o joelho das beatas de São Lampião, por esta campainha passaram milhares de mãos ansiosas por se satisfazerem na boca da nossa grandiosa veterana. Aí, valente: quilómetros de picha, em regime de scut, a única portagem virtual era a tua garganta, que conheceu dos motociclos aos camiões TIR. Glorious Amelia!...

Lingüiças Poéticas

Estou grávido de informações.

Não vou fazer poema sobre nada
Como é bom retomar o trilho da morte.

Antítese congruente do retro-amor odiável.

Certa vez, nadamos no esgoto.

Israel procura pela Cimeira da Catinga: o original está em Luanda, à espera de que alguém saiba ler...


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Sir Bob...

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As afirmações feitas por Sir Bob Geldof num jantar patrocinado pelo Banco Espírito Santo não caíram muito bem no goto do governo angolano, pois Sir Bob fez críticas severas ao modo de governar em Angola; o que levou a que o próprio embaixador angolano abandonasse o jantar.


Prontamente o banco se descartou das críticas do músico para que não se manchassem a sua reputação e credibilidade junto do governo angolano.

Mas será que Sir Bob disse alguma mentira?!

Médico ensina crianças a lidar com plásticas

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Uma notícia que pode interessar a mães com especial carinho por plásticas: um cirurgião de Nova Iorque vai lançar um livro infantil para ajudar as crianças a compreender porque é que as mães saem de casa para ir ao médico e não regressam iguais. A Minha Bela mãe conta a história de uma menina cuja mãe vai "retocar" o nariz. A dada altura, a mãe diz à filha: "Sabes, à medida que fui envelhecendo o meu corpo alargou e as roupas já não me servem. O dr. Michael vai arranjar isso para me sentir melhor".

Sábado

Eu nem comento, ok? (Fui só ali dentro vomitar)

A Judiciária dirigida por um especialista em Crimes Satânicos


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By KAOS

Os dias continuam atribulados, mas as boas novas compensam: o Profano voltou à sua casa inicial, onde se prova que este espaço precisava mesmo de ser ressuscitado: longa vida aos nossos inimigos, que tanto nos regam o canteiro.

Falando de ressureições, dediquei hoje o dia a percorrer os espaços da defunta Amélia das Marmitas, cuja falta no horizonte Cultural Português, paupérrimo, de dia para dia, mais se faz sentir. Estamos a recolher fotos, vídeos e testemunhos, e, brevemente, anunciamos em primeira mão, irá arrancar uma "Fundação Amélia das Marmitas" (Agradecemos, desde já à Fundação do Oriente e à Fundação Mário Soares, que tanto nos têm apoiado nesta iniciativa inédita). Os pormenores virão brevemente.

Deixando as coisas sérias e passando às coisas do coração, torna-se evidente que o Goveno Português, com o seu carácter turvo e cobardia próprios, resolveu mesmo embarcar na técnica do Telefonema de Alijó: sempre que quer pôr alguém fora, e de aí lavar as mãos, como Pilatos, lança para a arena da estranguladíssima e dominadíssima Comunicação Social uma notícia, um telefonema, um vídeo no Youtube impróprio. Já o tínhamos previsto, naquela célebre notícia de que a Judiciária estava inoperacional: ou era um sinal para o Crime Organizado avançar, ou sinal de quem iam rolar cabeças.

Já rolaram, é um tal de Almeida Rodrigues que vem substitur Alípio Dias, com a cândida complacência da Bicha de Vilar de Maçada. Parece que o homenzinho é especialista na investigação de Crimes Satânicos (Veja aqui, no "Sol" --- "Sol", para quando um "Twingly"?...), e eu, que tinha jurado, pela alminha da Laurinda Alves, NUNCA MAIS falar da porcaria da Maddie, tenho de voltar a isso... A coisa está para estoirar para breve e terá, pelas circunstâncias, contornos políticos melindrosos, já que os McCann estão rodeados por gente poderosa e do pior. Subitamente, lembrei-me daquela minha hipótese (Releia AQUI e AQUI e AQUI ) da execução satânica de Maddie, que eu desejaria nunca se tornar em tese, mas que esta nomeação me veio tornar mais lúgubre e suspeita.

Deus queira que não, deus queira que não, deus queira que não: reza-se três vezes e espera-se que não aconteça. Pessoalmente, já não espero nada, e, neste caso, já nada me espantará...

Um site de pornografia para cegos tornou-se num sucesso



Leia AQUI

terça-feira, 6 de maio de 2008

Isto, sim, era o texto a ter sido aprovado em Lisboa


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Texto Final da Cimeira Euro-Africana de Lisboa (2007)
1) África é declarada Continente Aberto.
2) Os recursos do Continente Africano são considerados Património da Humanidade.
4) O Tribunal de Haia compromete-se a instruir, no prazo de 30 dias, os respectivos processos, quando os houver.
5) Num prazo de 60 dias, o Tribunal Internacional de Haia procederá ao julgamento e condenação dos referidos dirigentes.
6) Em alternativa, e mal seja formulada a acusação, poderão os citados dirigentes optar por resignar a todos os seus cargos e poderes, com direito aos exílios nas suas residências secundárias de Côte-d'Azûr, Estoril, ALLgarve, Bahamas, Califórnia e afins.
7) Disponibilização imediata, via Internet, de todos os bens móveis e imóveis, em posse dos Governantes Africanos, e sua reposição no Erário Público de cada estado.
8) No caso de condenação ou abandono voluntário de funções, procederá a Assembleia Geral das Nações Unidas à nomeação de Altos-Comissários, encarregados de colocar sob a administração directa da O.N.U. os Estados temporariamente desprovidos de Governos, até à realização de eleições livres, com a participação de todas as correntes políticas e de opinião presentes.
9) Redefinição das fronteiras entre estados, com vista a que elementos das mesmas tribos, nações, culturas e famílias não estejam separados, ou agregados por linhas de raia virtuais.
10 ) Confiscação dos bens, no estrangeiro, dos dirigentes depostos, e sua conversão, sob a tutela da O.N.U. em Programas Intensivos de desminação do Continente, Programas de Alfabetização Acelerada, Vacinação em massa, Camapnhas de prevenção da SIDA e Definição de um Patamar de Alimentação e Remuneração Mínimas.
11) Estabelecimento imediato de protocolos com as melhores Universidades Mundiais, com vista ao intercâmbio de docentes e definição de Licenciaturas, Mestrados e Doutoramentos, a serem leccionados nos territórios de origem, com um prazo de execução de 5 anos, e destinados a formarem um corpo de elite social, capaz de assegurar as gestões nacionais, no nível político, económico, financeiro e jurídico.
12) Levantamento exaustivo das riquezas minerais, naturais e das reservas energéticas do Continente, as quais passarão a fazer parte do Património da Aldeia Global, tuteladas e administradas pelas Nações Unidas e distribuídas com a seguinte ordem de prioridade:
a) Usufruto dos autóctones.
b) Criação de indústrias euro-africanas, com benefício paritário das populações de ambos os Continentes.
c) Partilha Mundial dos mesmos, em troca de alimentação, vestuário, tecnologia e equipamento, com excepção draconiana para as armas.
13) Utilização dos jactos privados dos ex-ditadores locais, na constituição de uma frota social, destinada a tratamentos de urgência nos hospitais europeus, enquanto não estiverem em pleno funcionamento estruturas sanitárias equivalentes no Continente Africano.
14) Protocolos de excelência com os raros governantes que têm cumprido as regras de qualificação e dignificação humana das respectivas populações.
15) Levantamento dos bens culturais do Continente, com vista à implantação imediata de infra-estruturas de nível avançado, em prol da indústria turística local.
16) Imediata liberalização do espaço aéreo africano, com vista à permissão de rotas de companhias "low-cost".
17) Alterações constitucionais imediatas, em cada estado, com vista à definição de igualdades entre raças, sexos, opções sexuais e liberdades de opinião e culto.
18) Esboço preliminar de um Mercado Comum Africano, com relações priveligiadas com o Espaço Económico Europeu, e preparação de uma Constituição Pan-Africana.
19) Colocação, em regime de paridade de aquisição, dos melhores produtos africanos, nas prateleiras europeia, e o seu recíproco.
20) Perdão imediato das dívidas dos Estados Africanos, ao abrigo de uma Adenda Histórica de Compensações Coloniais.
21) Colocação de brigadas da Interpol e de todos os recursos tecnológicos, Via Satélite, GPS e escutas telefónicas, com vista ao imediato desmantelamento do tráfico de seres humanos, em ambos os lados do Mediterrâneo.
22) Colocação dos altos comandos das Forças Armadas de cada estado sob a chefia de Comandos Internacionais para a Paz, nomeados pela O.N.U.
22) Este acordo entra imediatamente em vigor.
Lisboa, 9 de Dezembro de 2007
O Presidente em Exercício da Comissão Europeia
José Manuel Düraü Barrozo
O Presidente em Exercício da Presidência Rotativa da União Europeia
José Sócrates, "Eng."

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Cem comentários



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Partido com mérito

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O mais recente partido político português dá pelo nome de Movimento Mérito e Sociedade (MMS). A formalização foi concretizada (...) com entrega de mais de 7500 assinaturas no Tribunal Constitucional. O líder do novo movimento, Eduardo Correia, defende a necessidade de mais uma força política em Portugal, porque "o espaço de governação orientado para a qualidade de vida está vazio". O objectivo do MMS é conseguir apresentar-se ao eleitorado português já nas próximas legislativas de 2009.

Focus

MMS? Isto faz-me lembrar SMS, MSN, Hi5, já agora... Tenho um certo medo!

Angola é a maior prisão a céu aberto de África

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De vez em quando, vem um gajo que descobre o Ovo de Colombo. Desta vez, foi o Bob Geldof. Já tínhamos alertado para o facto, aquando da redacção do Acordo Final da Cimeira Luso-Catinga de Lisboa: caçá-los todos e obrigá-los a passar por uma peneira, a bem dos povos que oprimem, mutilam e mantêm na mais profunda miséria e ignorância. Não é por acaso que a Escravatura foi inventada pelos Negros e cooptada pelos Brancos, quando lá desembarcaram.

Faltava-nos a célebre foto da "First Lady", aquela que vai, de propósito, a Nova Iorque, desembaraçar a carapinha: é um trabalho de Sísifo, mas o preto paga, em petróleo, sangue e diamantes.
Angola é governada por criminosos, aliás, a frase está mal construída, "Angola é a sede de criminosos que se governam por lá", como o B.E.S. apressadamente veio desmentir.
Toda a gente sabe o que significa um desmentido em Portugal: é como a broca do dentista, quando toca no nervo, mas o B.E.S. também já sabe o que o espera. Quer dizer, nós sabemos, e vocês, leitores, tenham paciência, até que esta frase faça sentido...
Esse dia da libertação de África chegará, mas terá de ser pela força, quando a Europa perder os seus complexos da Síndroma Pós-Colonialista, e colocar o assunto realmente sob a tutela dos Estados Pares das Nações Unidas, para acabar, de vez, com o genocídio e expoliação do Continente dos Infinitos Poentes.

O Dubai procura a Maddie nos "The Braganza Mothers", que também já invadiram o Extremo-Oriente




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Fodam-se


Prontos, é oficial.
O Benfica fez uma época de merda a exemplo dos seus jogadores e dos seus dirigentes.
Verdade se diga que nunca entrámos em campo com onze.
A maior parte das vezes eram dez e um coxo, por vezes nove um coxo e um cegueta e não me lembro bem mas quase que tenho a certeza que de uma vez eram oito mais aqueles dois e ainda um com pés de chumbo e cérebro do mesmo material.
Acresce a isto que aqueles gatunos que dantes equipavam de preto e agora usam mais cores para ninguém os conseguir identificar roubaram o pouco milho que tínhamos nos momentos mais importantes.
Demos no entanto uma grande ajuda para definir que uma equipa sem treinador não funciona.
Foi uma experiência engraçada colocar um fulano no banco com a braçadeira que não percebia nada do assunto e estava de passagem.
Depois quiseram que um fizesse três papéis ao mesmo tempo, jogador, treinador e dirigente.
Não funcionou.
E com um banco de luxo.
Vejam só, Chalana, Shéu, Águas, Eusébio.
Até eu podia ter levado esta equipa mais longe.
Para o ano vai ser igual ou pior.

Caqui, T, Caqui



Eu quero caqui
Eu gosto
Muito de caqui
Eu
Adoro caqui
Eu sou
Louco
Por caqui

Eu quero
Pegar caqui
Passar
Minhas
Mãos em caqui
Acariciar
Caqui
Beijar caqui
Lamber caqui
Eu quero
Comer caqui

Que
Delícia
É caqui
Por favor me
Dê muito caqui

1.1.2.1.2.1.1.2.2

Quem somos, de onde vimos, e para onde vamos?...

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Imagem do Kaos
Tem tudo andado atrapalhadíssimo, receber e aceitar convites, tentar pôr os contadores em ordem, rever hiperligações obsoletas, os jantares blogosféricos, com o tal efeito perverso, para o qual já aqui chamei a atenção, que é de ser crescente o número de leitores e colegas a querer saber "o quê, ou quem é que não vos larga a perna?...", e eu obrigado a fazer o número do gago, porque as coisas, até para mim próprio, frequentador de outras esferas, parecem de tal modo inverosímeis que me não apetece falar delas. A verdade é que, apesar dos silêncios e da boa educação, a má fama dos fantasmas cresce a olhos vistos, e agora são os que já ouviram contar que contam aos seguintes, que, por sua vez o transmitem a cada vez mais gente. Lavo daí as minhas mãos, vou para a cama sempre descansado, com nunca ter extravasado nada de especial, e que, realmente, certas coisas são como as areias movediças: quanto mais estrebucham, mais se afundam.
Aparentemente, a imagem de marca "The Braganza Mothers" tinha mesmo ficado na memória emocional e intelectual de muitos que por aqui passaram. Ao regressarmos, imprevistamente, ao velho casarão -- tinha-o pensado para Julho, mas, mais uma vez, a mesquinhez das almas minúsculas nos ajudou a apressar o processo... -- e cá vamos nós, com tudo ainda desconjuntado, os contadores para refazer, a mobília cheia de pó, pelos cantos, mas o Fado Alexandrino a regressar, a par com o nosso contador de histórias do Brazil, Rinaldo Papoy, a vaga de fundo que se ateve à ressureição da Amélia das Marmitas -- sim, é verdade, concentrámo-nos à porta do cemitério, fizémos um escândalo no nº 11 da Rua da Indústria, e a Amélia lá se ergueu do sarcófago, agarrou nas marmitas, e disse "Pronto", como Lázaro, perante Cristo --. Nesse "pronto", reganhou a Eternidade, e todos nós vamos ficar a saber muito do que gostaríamos de ter sabido de tempos idos e tempos que ainda estão. Obrigado, ao Nuno, pela colaboração.
A E-ko, a stamina, a Moriae, a Kaotika e a Dalila vieram, mais aguerridas do que nunca, quando souberam do verdadeiro folhetim que tinha estado na origem do fecho da nossa primeira residência. Há coisas que, para as mulheres, calam mais fundo do que para nós, homens, para quem a traição é um "modus vivendi". Para uma mulher isso pode significar uma baixeza de carácter e uma pobreza emocional, que impede qualquer fidelidade afectiva, coisa que têm entre o que de mais precioso. Eu também, por acaso, mas talvez por isso mesmo, como não suporto a mentira, seja um híbrido do animus e da anima, como já deverão ter percebido.
O debate entre pró-bilderbergianos e (aparentemente) não-bilderbergianos promete, e é um dos eixos centrais do nosso espaço, um MetaBlogue, pela sua pluralidade e presumível não-conciliação de posições extremas. Assim sempre foi, e, doravante, melhorará. É desse debate entre Pedroso e Whasse, entre methatéorique e quink, entre a Lola, que o quer é macho, mas é capaz de fingir que está a discutir Kant, só para depois poder lançar a mão à braguilha, e também a esperança na participação das figuras verdadeiramente grandiosas deste espaço, que, se ousassem transformar em discurso os seus relatos, davam cabo disto e do fariseísmo português em dois tempos: são acenos, claro, para a Catia Sophia, a "Travesti Gira", a Sheila, a Boca Doce da raia beirã, a Mikas, dos táxis que a boca paga, ou a Ilda Machadão, que está sem Net, mas promete voltar, para arrasar com isto tudo.
Tempos de mudança, portanto. Para repor o toque humorístico, não quero deixar aqui dois testemunhos oficiosos da Amélia -- estamos a reunir fundos e espólio para criar uma Fundação e um Centro de Altos Estudos "Amélia das Marmitas". Em primeira mão, podemos revelar, desde já que BPN, Millennium-BCP, Bes e BPI, assim como a SAD do Gondomar se mostraram bastante abertos a colaborações desse tempo. "It's rainning money!..." -- O primeiro desses testemunhos, é que o Zé Manel, atolado na sua deficiência, sempre a viveu com humor, e disseram-me -- as mulheres são terríveis para ver estas coisas... -- que tinha vários pares de muletas, consoantes os tipos de roupa, em suma, uma Imelda Marcos, mas da canadiana. O Final não é meu, é do Nuno, e cometo aqui a inconfidência de um engate presenciado numa das baiúcas turvas, onde ninguém sabe que o homem é homem ou a mulher é mulher. É só um paragráfo, que ele depois poderá repetir e voltar a desenvolver, digno das grandes antologias do Barroco e do Humor Negro Português: relata uma Amélia das sombras, em pleno período de caça:
"...entrando na Emília, a Amélia das Marmitas sentou-se na primeira sala, ao tempo com as paredes forradas de um material sintético a imitar tartaruga. A páginas tantas, entra um gorilão, também de muletas, que se senta ao seu lado. Claro que toda a gente ficou curiosa. Não demorou muito, até a canadiana do gorilão começar a fazer código Morse na canadiana do Zé Manel, ao que este responde imediatamente. Uma história de espiões, quase ao estilo da Abwehr. Poucos minutos bastaram para, conversa entabulada, saírem os dois, truca-truca- tchok-tchok-tchok, a caminho de uma qualquer lugar sórdido e mal-organizado. Era a vida... "
P.S. - Hoje, pela hora do almoço, fui em peregrinação à última morada da Amélia das Marmitas. Trouxe foto e tudo. Deprimiram-me as persianas fechadas, quer no esquerdo, quer no direito. No esquerdo, por óbito; no direito, porque nunca mais os polícias que lá moram voltarão a ter uma vizinha tão afável, prestável, e calada que nem um túmulo, porque só soube destruir reputações das concorrentes, nunca das presas... As presas, para qualquer passiva que se preze, são como as vacas sagradas, e a Amélia era uma senhora. Tinha pedido ao Nuno que arrancasse com um "Memórias das Minhas Marmitas", mas ele parece ter optado por uma outra chancela, que se irá readaptar ao gosto dos leitores. Apanhámos logo com o carimbo típica de "paneleiros", mas isso é uma honra, nos tempos que correm, já que é coisa que em Portugal ainda anda mais em extinção do que o Panda Gigante dos Carrascos do Tibete. E os inimigos, os semeadores de confusão, os fantasmas dos fantasmas, e o lixo, realmente lixo, só nos aumentam o número de leitores e comentadores. Obrigado, portanto. :-)

Os Manos

No princípio era o Caos! E Franz-Joseph Haydn (um Arrebenta musical de outras épocas) disse: “Faça-se a Criação!”. E da Criação surgiram os Théos e a Serra. Os Théos, assim designados por serem a morada dos Deuses, foram habitados por todas as divindades das Musicais Órbitas Celestes, dedicados à harmonia das esferas. Ao pequeno planeta criado para ser habitado por todas as suas maravilhas, deu Haydn o nome de Serra, porque maior não era do que uma pequena Serra. E era tão pequeno este planeta, mas tão pequeno, tão pequeno, tão pequeno, que bem podia passar por um Poema da Servidão. Na Serra não havia oceanos nem mares. Apenas alguns pequenos lagos. E ao 3º dia Haydn fez As Estações para regular o clima da Serra. E ao 4º dia, Haydn mandou os pequenos lagos da Serra encherem-se de vida: “Produzam as águas abundantemente bacalhetes de alma vivente!”. E viu Haydn que era bom. E Haydn os abençoou, dizendo: “Frutificai e multiplicai-vos e enchei as águas de harmonias bacalheteiras”. E ao 6º dia disse Haydn: “Façamos o Mano à nossa imagem e semelhança; e domine sobre os bacalhetes das águas e sobre toda a Serra”. E do alto dos Théos, Haydn os abençoou e lhes disse: “Crescei e multiplicai-vos, e enchei a Serra e sujeitai-a”. E viu Haydn toda a sua Criação e viu que era muito boa, (tão boa, tão boa, tão boa - porra, desampara daqui pra fora, Paulo Teixeira Pinto! - que um jovem Deus chamado Beethoven foi a correr beijar-lhe as mãos).
E ao primeiro Mano, deu Haydn o nome de Nô e à primeira Mana o nome de Mã (e não Má!) e por isso os seus filhos se passaram a chamar U-Manos, que, em Mananês (antes de qualquer acordo pornográphico) quer dizer Filhos de Mã e de Nô. E, desde então, todos os U-Manos são verdadeiros Manos, porque irmãos são na sua condição de eternos filhos de Mã e de Nô. E, ao sétimo dia, Haydn descansou!
Durante milénios, a Serra foi habitada por uma mão-cheia de U-Manos. Mas um dia veio um Deus chamado Louis Pasteur e disse: “Faça-se a Vacina!” E os U-Manos prosperaram. E, alguns anos mais tarde, veio um Deus chamado Alexander Fleming e disse: “Faça-se a Pénis-Celina!”. E todas as Amélias das Marmitas rejubilaram! E os U-Manos prosperaram mais e mais e prosperaram tanto, mas tanto (bem, bem, já chega!), que o seu número chegou aos 6500!!!
Ora, nesses tempos, havia a família dos Lusões que era feita de 10 U-Manos. E havia o clã dos Castelas, que eram em número de 40. E a Serra albergava ainda os clãs dos Francões, que eram 60, e dos Bretinhos, que eram outros tantos. E viviam ainda na Serra 80 Alimões, 60 Italiões, 300 Norte-Buchões, 220 Indonésicos, 190 Brasucões, 160 Pakistões, 130 Japonésicos e 110 Mexicalhões (não confundir com o povo dos Mexilhões, que habitava os desérticos planaltos Áfricões. Mas, de todas as tribos descendentes de Mã e de Nô, eram os Síndicos e os Sinos que alcançavam maior número, pois eram em número de 1100 e de 1300.
Ora os Lusões, os Castelas, os Italiões, os Alimões, os Bretinhos, os Francões e os Norte-Buchões sabiam pescar, enquanto os Síndicos e os Sinos desconheciam essas artes. Assim, os Lusões, que adoravam comer pratos de bacalhete, passavam a vida a pescar no lago da família dos Noruegões, enquanto os Síndicos e os Sinos se limitavam a comer arroz com arroz de arroz.
Um dia, o patriarca dos Lusões, Des-Nível Cava-Rabos y Silva, pediu à senhora sua esposa, D. Josephina de Alcibíades y Sócretina, que fizesse o obséquio de convidar o chefe da Tribo dos Sinos a passar uma temporada na sua modesta casa. Foi então que Madame Mao, matriarca da Tribo dos Sinos, aprendeu a apreciar os muitos ferverosos modos de preparar o bacalhete, pois as artes CU-linárias de D. Josephina muitos méritos tinham, especialmente nas Punhetes de Bacalhete. E os Sinos apreciaram as punhetas de D. Josephina, assim como o Bacalhete à-Brás, o Bacalhete com Natas ou o Bacalhetinho-de-rabo-na-boca (outras requintadas especialidades de D. Josephina).
E os Sinos regressaram ao seu planalto e acharam que arroz com arroz de bacalhete ficava muito melhor que arroz com arroz de arroz e, portanto, também tinham de aprender a pescar. Vai daí, em vez de pedirem um bacalhete para comer, pediram uma cana de pesca e foram todos aprender a pescar bacalhete.
Haydn, na sua infinita sabedoria, tinha ordenado ao bacalhete que se reproduzisse segundo os eróticos meneios da bacalheta e não segundo o número de U-Manos que habitavam a Serra. E os bacalhetes e as bacalhetas estavam-se a cagar (expressão de um Deus por-Menor chamado Iron Rodrigues) para o número de U-Manos e continuavam a fazer bacalhetinhos no pequeno lago dos Noruegões como sempre tinham feito. E o Papá Haydn, que habitava nos Théos em todo o seu esplendor, ficou seriamente preocupado com o que se passava na Serra, porque começou a ouvir umas fortíssimas dissonâncias provenientes das profundezas rectais de Adolfo Mafarrico y Mefistófeles, ruídos que todos os Deuses abominavam e sabiam prenunciar tempos cacofónicos.
Entretanto, os 1300 Sinos aprenderam a pescar, foram à pesca e pescaram muitos bacalhetes, muitas bacalhetas e muitos bacalhetinhos. E fizeram sopas de barbatana de bacalhete, sopas de ninho de bacalhete, bacalhete agri-doce, shop-suey de bacalhete, além das famosas receitas de Punhetas de Bacalhete de D. Josephina de Alcibíades y Sócretina, que faziam furor lá para os lados do Parque Mao Tse Tung VII, no Planalto dos Sinos.
Um dia, Des-Nível Cava-Rabos y Silva, farto dos (des)temperos CU-linários de D. Josephina, foi ao restaurante dos Noruegões para comer Bacalhete à La Amélia das Marmitas. Apanhou um valente susto quando lhe disseram que o bacalhete estava em vias de extinção e outro ainda maior quando lhe disseram que a mais simples das punhetas de bacalhete estava cotada em tão agudas exorbitâncias estratosféricas que nem o tenor Vitório Constancioso conseguiria apurar ao milésimo hertz. E os 10 Lusões começaram a ver a vida a andar para trás por causa dos 1300 Sinos que também já sabiam pescar.
Todos os anos, por alturas do Natal, os Lusões faziam uma ceia de bacalhete. Mas, naquele Natal, o bacalhete estava pela hora da morte. E foram todos gritar às portas do palácio de D. Josephina, dizendo que não tinham bacalhete para comer. E D. Josephina de Alcibíades y Sócretina teve uma inspiração súbita e respondeu-lhes como se estivesse possuída pela alma da sua tetravó Maria Antonieta: "Não têm bacalhete? Que façam punhetas, como eu! Ou então que comam arroz com arroz de arroz!".
E os U-Manos continuaram a crescer e a multiplicar-se, e todos queriam comer muito bacalhete, pelo que os bacalhetes e as bacalhetas passavam a vida em fressureiras actividades, tendo terminado os seus dias por morrer de exaustão, numa versão trágico-marítima de “O Império dos Sentidos”. E foi grande a comoção e a tristeza quando os U-Manos viram que os bacalhetes se tinham extinguido e já não mais poderiam deliciar-se com uma boa punheta de bacalhete. E foi grande o clamor entre todas as Amélias das Marmitas e todos os U-Manos se prepararam para o Coro Final da Criação de Haydn.
Foi então que Haydn, farto dos U-Manos que tinham levado os seus bacalhetes à extinção, decidiu que estava na altura de recuperar as partituras das suas Sinfonias Nº 94 (Surpresa!!!), Nº 101 (Relógio), Nº 103 (Rufar de Tambores) e, principalmente, a Nº 45 (Do Adeus) e pôs todos os U-Manos a abandonar a Serra, um a seguir ao outro, com indicações expressas para que o último a sair, apagasse a vela na estante e fechasse a porta.
Queiram os Deuses, que os príncipes Eszterházy dos nossos tempos tenham a mesma clarividência do seu antepassado do Século XVIII e percebam os sinais da celestial música de Franz Joseph Haydn!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Batem, leve, levemente, como quem chama por mim...


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Quando o barril chegar aos $300 US, haverá algumas mãos a clamarem por um novo bigodinho. Heill, mein fuel!!!...

Finalmente, o candidato racista à Presidência dos Estados Unidos confirma que a SIDA foi de fabrico caseiro

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Correio da Lola - Maddie

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Querida Lola:
Estava tão esperançada de que a Maddie tivesse reaparecido na noite de 3 de Maio... Desde o ano passado que tenho uma velinha sempre acesa, à espera do dia em que aquelas bochechinhas fofas possam ser beijadas pelo Grupo das Tapas... Mas o dia 3 passou, e... e... nada. Que acha que devo fazer?... Eu choro tanto...
(Virgínia de Jesus, Malfeitão)
Querida Virgínia:
Muito estimo que as preocupações do seu dia-a-dia se prendam com os nascitúros de uma descorada pseudo-católica. Se quer mesmo que seja franca, a mim, o que me assusta, é mesmo o disparo artificial do preço do petróleo, os bancos terem-se lançado na especulação sobre os cereais, e alguém andar a querer criar uma atmosfera de pré-guerra. Nem imagina os estragos que isso me provoca na clientela de esquina: se antes já não tinham tesão, agora, já vêm com as calças pelos joelhos e as nalgas no ar, aos gritos de "come-me todo, e chama-me Ronaldo!..." Realmente, acho que, a acabar o Mundo, vai mesmo ser assim. Agora, querida, pense positivo, aposto, pela sua escrita, que deve ser uma dona-de-casa, e sempre pode direccionar-se para nichos alternativos, a violência doméstica, por exemplo, que é um sector em franca expansão. Quanto à Maddie, querida, acredite que está melhor do que poderia estar, imagine que o Gerry tinha sido como aquele austríaco, e tinha decidido ir viver com ela para dentro da bagageira de um carro alugado, com um horrível odor a cadáver, e estarem lá vinte anos dentro, só saindo para ir buscar garrafas de vinho tinto, e ir fazer desmanchos e partos apressados a Badajoz... Um nojo. Assim, a miúda sempre foi entregue directamente nas mãos do Senhor, que, se realmente existisse, deveria estar mais atento a cenas dessas... enfim, agora, um toquezinho ecológico: apague lá a porcaria da vela, porque ter uma coisa dessas acesa desde 3 de Maio de 2007, já deve ter largado mais dióxido de carbono para a atmosfera do que muitas panelas vazias do Darfur, valha-me deus...

O Brazil procura Poemas de Servidão


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Precisa-se

Preciso de colaboradores para meu blog sobre futebol.

Já somos quatro falando sobre futebol brasileiro e queremos mais gente que goste de futebol e possa realizar comentários interessantes sobre futebol europeu ou outros.

Escrevam para papoy@hotmail.com .

http://jogandobafo.blogspot.com

Pessimista Indeciso

Ia,
Não fui.
Se fosse,
Estava lá.
Como não fui,
Ainda estou aqui.

Memórias das Minhas Marmitas - A Maria dos Balões ou a quéque da Musgueira




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No velho Rossio dos anos oitenta, eram figuras omnipresentes as duas bichettes vendedoras de balões. Uma, pequena de rodas baixas, entroncada e com um estranho e característico sinal esverdeado na face, fainava na esquina da Rua da Betesga e apregoava a sua traquitanada aos guinchos, enquanto fazia os trocos aos fregueses, recorrendo aos bolsos do saiote preto de varina que usava descaído à cintura. A outra era bem diferente. Alta, magra e com feições correctas, boa pele e cabelo liso castanho claro. Ao primeiro micro-segundo tinha bom aspecto. Vestia razoavelmente. Numa época época em que Versace, Cavalli ou D&G eram griffes tão desconhecidas como a tecnologia da web, o bichame recorria às Rica Lewis, Mustang e Loys, ficando as Lee e as Levi's para os mais favorecidos socialmente. A Maria dos Balões gostava de trabalhar discretamente arranjada: calças de bombazine clara, de cintura alta e convenientemente apertadas no cós, o que lhe dava contornos traseiros daquilo a que se convencionou chamar de "cú de fava", isto é, uma costura tão enfiada por ali acima, que de certeza lhe roçava o fígado. Polo invariavelmente marca LaGoste, com um risonho jacaré verde a cheirar-lhe os sovacos. Sapato mocassin branco de fivela dourada, aberto o suficiente para deixar ver a imaculada meia de turco igualmente alvo. Ocasionalmente, um pull-over caía-lhe em drapeado pelas costas abaixo, bem ao estilo visto na avenida de Roma de então. Era uma perfeita menina quéque da Musgueira.

O posto de trabalho situava-se exactamente entre a entrada do metro diante da Pastelaria Suiça e a paragem de autocarros. Ao cimo das escadas, lá vendia os balões a quem passava e sabia ser convenientemente insistente. Acabado o serviço, podia ser vista muito mais tarde, na zona da embaixada de Espanha, na Avenida, onde concorria com o putedo que por lá alegremente proliferava como imagem de marca da capital. Nunca soube se a Maria dos balões fazia o tapin por prazer, ou pela vontade de arredondar o orçamento, mas a verdade é que do local fazia a sua segunda casa. Com o seu típico andar apertadinho, braços cruzados e a longa franja a dar ao vento, andava para cima e para baixo na expectativa de acontecimentos felizes. Desta forma, o meu amigo M. regularmente passava com o seu bólide desportivo, recolhendo-a para uns saltos mortais em qualquer local sórdido e escuso da vida. Tinha um inexplicável fascínio pela Dos Balões. Há que dizer que o M. era um beto bonitão das avenidas novas, benzoca, atlético e ar matador. Éramos colegas de curso e ele levava tudo muito a sério, de forma programada e metódica. Um verdadeiro causídico.

Uma noite pouco depois do jantar, telefonou-me. Habitualmente saíamos juntos para tomar uns copos, mas daquela vez, pelo tom de voz e urgência no pedido de encontro, pensei que fosse sério o problema. E era. Contou-me detalhadamente a desdita do dia:
-" Vê lá tu que ía hoje a passar no Rossio com a minha mãe e quase morri de susto quando vi A dos Balões mesmo à nossa frente. Não tive coragem de olhar para ela e sabes o que me fez? Veio atrás de nós até à Rua da Betesga aos gritos e de mão na anca a dizer coisas do género: "ooooolha qu'ridaaaa, levas aí a tua rica filhaaaa, devem ir as duas pá Bénáre tomar o cházinho não é? Ela é fina, a outra, é uma rica prenda, só eu sei o que a casa gasta! É uma ganda f'ssureira, é o qu'ela é! Oh qu'rida, ficas a saber que daí não te vem neta nenhumaaaaa, ela é uma ganda machona por fora, mas sempre que não estás em casa, lá nos rebolamos as duas em cima da tua colcha de crochééééé, siiiiiim, essa mesmo que fizeste pá tua caminhaaaaa....! A outra é podre pó 69! Chupamos os grelos uma à outra, nem imaginas o que tens aí.... Parabéns, pelo menos a tua filha vai ser dótôôôraaaa, que fina! Até logo, giraaaa"...
- Foi isto o que se passou, o que hei-de fazer? A minha mãe nem me fala..."
E eu, a rebentar de riso:
- Oh pá, sei lá, nunca percebi porque é que alinhas com o tipo, não me digas que não arranjas melhor...
-"Não sei, mas excita-me, é muit'a boa na cama, tem cá uma pele... e não posso ter um tipo fixo, t'ás ver, sempre tive namoradas"...
Era verdade, mas ele nunca soube ou quis reconhecer que estava apaixonado pela Maria dos Balões. O M. era normalmente visto em público com meninas betas de saia axadrezada e meias de vidro até aos joelhos e frequentava o AdLib. A Maria dos Balões era reservada para as noites de paixão assolapada no Espanhol, uma pensão de despacho na zona do Chiado, bem conhecida por facilitar soluções em casos de premente necessidade. Para os dias mais felizes, lá estava a colcha de crochet à espera.

Ainda vi a Maria dos Balões durante muitos anos. Aos domingos, jantava invariavelmente nos Balões, ao lado do Trumps e era comum ouvir os comentários tecidos em voz alta, referindo-se à clientela: "Pfff, olha, a outra... tá gira, tá... cada vez mais gorda, parece uma porca... muito finas, muito finas, mas passam a vida ao bobó na sauna... e tu, tás a olhar pra onde?, vê lá se queres um arraso..." e coisas do estilo. Nunca lhe conheci o verdadeiro nome, mas sempre a cumprimentei. Pudera...

* O senhor doutor está casado e tem filhotes. É um Nelo no seu melhor, versão machão. A Maria dos Balões lá sabia.

FOGO....

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ÚLTIMA HORA !!!

Porto: Incêndio de grandes proporções na Reitoria da Universidade do Porto
05 de Maio de 2008, 12:06
Porto, 05 Mai (Lusa) - Um incêndio de fortes proporções deflagrou hoje no edifício da Reitoria da Universidade do Porto localizado na baixa cidade, disse à Lusa uma testemunha.
"O edifício está arder com grandes labaredas", acrescentou a testemunha, no local.
O edifício, centenário, está localizado na Praça Gomes Teixeira (mais conhecida como Praça dos Leões), no centro da cidade do Porto.
Segundo fonte dos Sapadores do Porto, foram enviados para o local oito viaturas para combater as chamas que deflagraram cerca das 11:20.
PM.
Lusa/fim

SERÁ QUE AFINAL AINDA VAMOS DESCOBRIR QUE

O OUTRO ERA DOUTORADO PELA UNIVERSIDADE

DO PORTO?

Mais uma bicha, chamada... Clark Gable


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Leia AQUI


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O poder da TUA voz






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Notáveis lançam manifesto contra o Acordo Ortográfico


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“Um conjunto de figuras de relevo ligadas aos mundos da cultura, política e economia acabam de lançar um manifesto, em forma de petição online, no qual assumem frontal crítica ao Acordo Ortográfico. São signatários deste documento, entre outros, Vasco Graça Moura, Eduardo Lourenço, Mário Cláudio, Maria Alzira Seixo, António Emiliano, José Pacheco Pereira e António Lobo Xavier. A petição está disponível em http/www.ipetitions.com/petition/manifestolinguaportuguesa e já conta mais de mil e cem assinaturas.” (o endereço não funciona...) Etc., Etc., quem quiser pode ler o resto da notícia em: http://dn.sapo.pt/2008/05/04/artes/notaveis_lancam_manifesto_contra_o_a.html . Digo eu, ainda bem, embora preveja que se tornará em mais uma comissão de prebendas e jantaradas para os notáveis do costume e pagas pelos otários do costume. No entanto, embora seja contra este acordo, pelo menos nos moldes em que tem sido apresentado, e já aqui o tinha escrito, creio que há dois dias em Talvez a propósito do post Happy Birthday, Mister PRESIDENT , penso que o mais grave e mais importante é a questão cultural que lhe está subjacente. Também, ainda noutro dia falava na questão fulcral subjacente a isso no post "'Nova Águia' retoma a ideia de Pátria e repensa Portugal a partir da lusofonia" , esta é, pois, em mim uma questão recorrente, pelo que vejo com satisfação o interesse que estas questões têm despertado, apesar disso a minha esperança não é muita, pois os modelos existentes começam a estar gastos, são os espectros, os modelos históricos empalhados de que nos falava António Sérgio, esse enorme vulto da Renascença Portuguesa e da cultura portuguesa, o afinador de pianos e desinquietador de intelectos que, por cerca de sessenta anos efectivos, serviu o país e a pátria portuguesa, naquilo que tem de mais intrínseco que é a sua língua. É curioso verificar que quando eu por vezes comento que Sérgio antecedeu Pessoa, numa vintena de anos, naquele belíssimo chavão: a minha pátria é a língua portuguesa, as pessoas tendem a desconfiar de mim, primeiro porque, normalmente, desconhecem Sérgio, segundo porque também desconhecem Pessoa, o que acaba por dar uma grande baralhada, de Pessoa ficou na memória e conhecimento do português comum, alguns dichotes bonitos e, para os mais avançados, a seca de ter tido que o estudar…
Já que os notáveis deste país parecem (?) querer trazer isto tudo de novo à baila, se for do vosso interesse, poderei apresentar-vos, aqui, das melhores controvérsias literárias e culturais que premiaram o nosso início do século como uma idade de ouro que será difícil, mas não impossível, de tentar repetir… Que os notáveis venham à baila, que os eruditos saiam à liça e que os jornalistas não manipulem a seu contento e veremos se em Portugal ainda é possível falar de cultura, de literatura, linguística, filosofia, história ou o que quer que seja… Muito me espantará que a minha voz encontre algum eco, porém, bradar aos céus é um direito e se não for ouvido não correrei risco de ofender ninguém…
Por agora, não vos maço mais. Apenas um esclarecimento que os doutos notáveis parecem ter olvidado, a revista/jornal que vos apresento: “A Vida Portuguesa”, foi um órgão dos mais fabulosos da Renascença Portuguesa e que, se me mostrarem interesse nisso, terei muito prazer em divulgar mais, sobretudo no que respeita às majestosas polémicas entre Sérgio, Cortesão, Proença, Pascoaes & Cia.
Se alguém conhecer algum dos notáveis, não deixe de lhes pedir para ler esta revista, como muitas outras, e só para citar de cor, a Atlântida e a Pela Grei. Para finalizar predisponho-me, com mais tempo, a fazer um artigo muitíssimo mais profundo sobre o assunto, que conheço relativamente bem, e para vos aguçar o apetite e vos fazer pensar diria aquilo que Sérgio escreveu há 90 anos e que subscrevo, ainda que citando de memória, mandar um aluno para as nossas escolas de hoje em dia, é como querer ensinar alguém a conduzir enfiando-o no museu dos coches.

ps: o autor que o Paulo Pedroso procura é Platão e a obra Alcibíades II, aliás uma obra maravilhosa e pouco conhecida do divino filósofo.

Considero muito interessante e oportuno sobre este tema o comentário que me foi feito no meu blog pessoal, http://porquemedizem.blogspot.com/ sobre o tema do acordo ortográfico, que diz e cito: paulo soares disse...
De acordo! Por todas as razões invocadas, particularmente a inevitabilidade das diferenças intrínsecas de cada povo e das suas necessidades de afirmação num quadro de cruzamento, partilha e fusão de sentidos para a vida.Assim, as diferenças que se afirmam não separam mas unem! Ou a união entre as pessoas só se faz pela língua? Não preciso de acordo ortográfico!
4 de Maio de 2008 11:19




domingo, 4 de maio de 2008

postal participativo... para melhorar a nossa democracia!





Para mais informações ver aqui.

Emo leva na tola

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Punks e metaleiros dão, emos levam. No México, a música discute-se à pancada.

As imagens estão, como seria de esperar em plena "era YouTube", disseminadas pela internet. No passado mês de Março, cerca de 800 jovens mexicanos envolveram-se em confrontos numa das maiores praças do Querétaro, uma cidade de milhão e meio de habitantes. Na origem dos desacatos, que levaram vários dos participantes ao hospital e fizeram as manchetes da imprensa local, esteve o descontentamento de tribos urbanas, como os punks, os rockabillys e os metaleiros, com a crescente popularidade da música emo.

Se noutros países a hostilidade não vai além da troca de "piropos" nas comunidades online, no México o fenómenos está a ganhar contornos de extrema violência - o próprio Governo já sentiu a necessidade de intervir, lançando uma campanha de slogan "Pela liberdade de ser jovem, vive e deixa viver". Os anti-emos reúnem-se geralmente em sites como o Hi5e o MySpace, combinando ataques aos adeptos de bandas como My Chemical Romance ou 30 Seconda To Mars. De acordo com a imprensa mexicana, a maioria dos emos vem de famílias de classe média, vivendo nos subúrbios ou em bairros resguardados. Os adolescentes de olhos pintados e semblante tristonho constituem assim um alvo fácil para as "caçadas", levadas a cabo por gente da mesma idade, mas mais habituada à "lei das ruas" mexicanas - apesar do episódio mais vistoso ter acontecido em Querétaro, as ameaças aos emos têm acontecido, um pouco por todo o país.

Mas, afinal, porque é que os emos incomodam tanta gente?

Nos sites da "especialidade", os argumentos sucedem-se: o emo é apenas uma moda; as bandas não são, ao contrário dos grupos punk ou metal, "autênticas"; as fatiotas e os penteados dos fãs dão vontade de rir. Há quem defenda, porém, que os emos são perseguidos apenas devido ao seu visual andrógino. O facto de, na internet, os anti-emos se referirem aos seus arqui-inimigos como "emossexuais" reforça a teoria de que, numa sociedade altamente masculinizada como a mexicana, o ar frágil e a maquilhagem unissexo dos emos ajuda, e muito, à discriminação.

Entretanto, figuras destacadas do rock, como Slash e Dave Grohl, vieram ajudar à festa: numa entrevista a um jornal inglês, o ex-Guns N' Roses disse odiar o emo, ao passo que o vocalista dos Foo Fighters incluiu, no último álbum da banda, um tema de título jocoso: "Cheer Up Boys (You Make-Up is Running)".

Blitz

Será só a mim que isto parece ridículo?

Democracia em Portugal? Não existe!

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Depois de um 25 de Abril parece que Portugal continua igual. Democracia não existe, um primeiro-ministro com tiques de … como é mesmo a palavra… de ditador? É isso? Não me recordo bem… A verdade é que Portugal está atrás, e nem mesmo os ex-países da União Soviética estão tão mal classificados nessa coisa que é a democracia.

Demos graças... Por Portugal não ter uma democracia a sério, e isto ser um país a brincar.

“O estudo foi realiazado pela Demos, uma organização não governamental (ONG) britânica que tem por principal objectivo «pôr a ideia democrática em prática» através, por exemplo, de estudos, acrescenta o DN.
A Demos divulgou um ranking de avaliação da qualidade democrática em 25 países da UE denominado «Everyday democracy index» (EDI), uma avaliação sofisticada que envolve mais itens do que o normal em avaliações deste género.
Além dos aspectos formais da democracia (eleições regulares, por exemplo), o estudo avalia ainda o empenho popular na solução democrática dos seus problemas e, por exemplo, a qualidade da democracia no seio das relações familiares.
Os resultados quanto a Portugal contrastam, por exemplo, com o último Democracy Índex mundial divulgado pela revista britânica The Economist, e relativo a 2007. Nessa tabela Portugal aparece em 19º lugar (no mundo), posição que sobe para 12º quando vista apenas entre os 27 países da UE."
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Diário Digital

Este blog é melhor que o Abrupto

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Braganza Mothers

Até já parecia mal, o WeHaveKaosInTheGarden, não ter ainda presenteado o Blog “Braganza Mothers” com esta garantia, a de que é um blog muito melhor que o Abrupto. Os textos, os melhores que podemos encontrar por aí, do seu mentor, o grande “Arrebenta” e personagens como a “Lola Chupa” tornam-no num local de peregrinação diária e uma referência incontornável da blogosfera. Sem qualquer duvida um blog muito melhor que o Abrupto.

Piranesi


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

MÃE

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AMO-TE MÃE

OBRIGADO POR TUDO MÃE

A PALAVRA QUE NINGUÉM ESQUECE: MÃE

O MAIOR AMOR DO MUNDO: DA MÃE

MÃE
Este post é dedicado a todas as mães.
A todas vocês um grande beijo de agradecimento.
Minha "mãezoca", um beijão.
Mamã das minhas filhotas, "brigado".
Este post foi publicado em simultâneo no A Sinistra Ministra, Democracia em Portugal e The Braganza Mothers.

Mais Poemas da Boca da Servidão

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